- Joaquim Barbosa se filiou ao Democracia Cristã (DC) e vai disputar a presidência no lugar de Aldo Rebelo.
- A filiação ocorreu no dia 2 de abril, com confirmação do Painel, da Folha de S.Paulo, e do Correio.
- O presidente do DC, João Caldas, chamou Barbosa de “Obama Brasileiro” e disse que ele pode unificar o país.
- Barbosa é visto como independente e já foi ministro do Supremo Tribunal Federal entre 2003 e 2014.
- Caldas afirmou que Barbosa estaria à frente dos adversários e pode representar uma terceira via.
Joaquim Barbosa formalizou a filiação ao Democracia Cristã (DC) e deverá disputar a Presidência da República, substituindo Aldo Rebelo na disputa. A decisão foi divulgada pelo Painel da Folha de S.Paulo e corroborada pelo Correio. O DC já vê Barbosa como candidato capaz de ampliar a base da sigla.
O presidente do DC, ex-deputado João Caldas, afirmou que Barbosa representa uma tentativa de unificação nacional. Barbosa filiou-se no dia 2 de abril e vinha avaliando, junto de amigos, a possibilidade de concorrer ao Planalto. A sinalização de aceitação partiu do próprio comando do partido.
Para Caldas, Barbosa é independente e não se submeterá a interesses não republicanos. Ele ressaltou que o ex-ministro pode construir acordos políticos necessários para o país, defendendo que Barbosa é o nome adequado para consertar o cenário atual.
Perfil e trajetória
Caldas destacou a trajetória de vida de Barbosa, filho de mãe lavadeira e pai pedreiro, que sempre foi servidor público concursado. O ex-ministro integrou a Suprema Corte entre 2003 e 2014, aposentando-se dez anos antes do previsto. Barbosa chegou a ser cogitado para 2018, mas desistiu naquela ocasião.
Contexto político e desdobramentos
A expectativa é de que Barbosa traga uma leitura de estabilidade institucional aos Três Poderes. A filiação ocorre em meio a debates sobre cenários de disputa, incluindo menções a candidaturas alternativas e possíveis alianças. O DC trabalha para consolidar a candidatura como opção de um espectro centrado.
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