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Joaquim Barbosa será candidato à Presidência em 2026, diz presidente do DC

Joaquim Barbosa será pré-candidato do Democracia Cristã à Presidência em 2026; DC retira Aldo Rebelo após fraco desempenho em pesquisas

Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, deve disputar a Presidência em 2026
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  • Joaquim Barbosa será pré-candidato à presidência da República pelo Democracia Cristã (DC) nas eleições de 2026; o anúncio deve ocorrer nos próximos dias.
  • O DC retirou a pré-candidatura de Aldo Rebelo por fraco desempenho em pesquisas; Rebelo foi informado e pode disputar Câmara ou Senado em 2026 com o apoio do partido.
  • Barbosa já foi cotado pelo PSB em 2018 e 2022, mas não chegou a disputar as eleições; em 2022 apoiou publicamente o presidente Lula.
  • Barbosa foi indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por Lula e atuou no STF de 2003 a 2014, sendo presidente da Corte entre 2012 e 2014.
  • Como relator do Mensalão, conduziu o julgamento que resultou na condenação de 25 dos 38 réus, incluindo Marcos Valério, José Dirceu e Valdemar Costa Neto.

Joaquim Barbosa será pré-candidato à presidência da República em 2026 pelo Democracia Cristã (DC), conforme confirmou o presidente nacional do partido, João Caldas. A candidatura deve ser anunciada publicamente nos próximos dias.

O DC retirou a pré-candidatura do ex-ministro Aldo Rebelo, anunciada em janeiro. Segundo Caldas, o recuo se deve ao fraco desempenho de Rebelo em pesquisas, com ele não pontuando em levantamento recente da Quaest.

Rebelo já foi informado e terá apoio do DC caso deseje disputar vaga na Câmara ou no Senado em 2026. O partido manterá foco em alianças que fortaleçam a atuação legislativa do ex-parlamentar.

Histórico de Joaquim Barbosa

Em 2018, Barbosa filiou-se ao PSB e foi cotado como candidato à Presidência, mas não disputou. Em 2022, o ex-ministro permaneceu fora da eleição e apoiou publicamente Lula.

Joaquim Barbosa foi indicado ao STF por Lula e ocupou a vaga de junho de 2003 a julho de 2014, quando se aposentou. Chegou a presidir a Corte entre 2012 e 2014.

Durante o STF, destacou-se como relator do Mensalão, cuja ação resultou na condenação de 25 dos 38 réus, incluindo Marcos Valério, Dirceu e Valdemar Costa Neto.

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