- O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que os pedidos de abertura de CPI para apurar o Banco Master receberão “tratamento regimental”, sem detalhar o procedimento.
- Motta afirmou que a decisão seguirá o regimento da Câmara, após participação na Corrida da Câmara, em Brasília, que celebra os 200 anos da casa.
- O debate envolve governo e oposição sobre a instauração da CPI para investigar irregularidades do Master e de seu dono, Daniel Vorcaro, liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025; Vorcaro está preso e negocia delação premiada.
- Existem resistências internas à abertura da comissão, com Motta e o presidente da Câmara, Davi Alcolumbre, questionando a viabilidade da CPI.
- O tema voltou ao debate após Flávio Bolsonaro e aliados terem pedido a CPI, em meio a reportagem do The Intercept Brasil sobre suposta contribuição de US$ 24 milhões para patrocinar um filme sobre Jair Bolsonaro.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou neste domingo, 17, que os pedidos de abertura de uma CPI para investigar o caso Banco Master vão receber um tratamento regimental. Motta falou à imprensa após a Corrida da Câmara, em Brasília, evento que celebra os 200 anos da Câmara.
A licença para instaurar a CPI envolve irregularidades atribuídas ao Banco Master e ao seu proprietário, Daniel Vorcaro. O Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025; Vorcaro está preso e negocia delação premiada.
O embate político envolve governo e oposição pelo protagonismo do tema. Há pedidos de abertura de investigação, mas Motta e o presidente da Câmara, Davi Alcolumbre, resistem à instauração da comissão. O assunto voltou ao debate após revelações sobre suposta contribuição de US$ 24 milhões para patrocinar filme sobre Jair Bolsonaro.
Contexto
Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato, pediu a criação da CPI após o Portal The Intercept Brasil divulgar o repasse. A reportagem indicou que o dinheiro seria destinado a Vorcaro para a produção de um filme sobre o ex-presidente. As informações são do Estadão Conteúdo.
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