- Copiloto Felipe Monteiro Marques, da Polícia Civil do Rio, morreu aos 46 anos no Hospital São Lucas, em Copacabana, após nove meses de internação.
- Ele havia sido baleado na cabeça em março de dois mil e vinte e cinco, durante uma operação na Vila Aliança, quando o helicóptero em que estava foi atingido por disparos de fuzil.
- O policial passou por reabilitação, retornou ao hospital com inchaço na cabeça e infecção, fez novas cirurgias e teve o estado de saúde agravado nos últimos dias.
- A morte foi anunciada pelas redes sociais dele e da Secretaria de Estado da Polícia Civil; a secretaria destacou a coragem, lealdade e espírito de sacrifício de Marques.
- O episódio ocorreu enquanto o helicóptero da Coordenadoria de Recursos Especiais apoiava a operação para prender uma quadrilha especializada em roubos de vans; governo do Rio e familiares lamentaram a perda.
O copiloto Felipe Monteiro Marques, da Polícia Civil do Rio de Janeiro, morreu neste domingo (17), aos 46 anos, no Hospital São Lucas, em Copacabana. Ele esteve internado desde março, após ser baleado na cabeça durante uma operação.
O acidente ocorreu em março de 2025, em pleno voo, na Vila Aliança, zona oeste da capital. Disparos de fuzil atingiram o helicóptero em que ele estava, durante ação contra criminosos.
Monteiro ficou nove meses internado, foi transferido para reabilitação e voltou ao hospital por apresentar inchaço e infecção. Novas cirurgias foram realizadas e o quadro se agravou nos últimos dias.
Reação institucional
A morte foi anunciada pelas redes sociais da vítima e da Secretaria de Estado da Polícia Civil. A secretaria destacou a coragem, lealdade e sacrifício do policial, e afirmou que ele atuou diretamente em operações aéreas no enfrentamento à criminalidade.
O governo do Rio lamentou o falecimento, expressou solidariedade à família e reconheceu a bravura dos profissionais de segurança. Na sexta-feira, o ex-governador Claudio Castro comentou a perda em redes sociais.
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