- Datafolha aponta pior desempenho do governo Lula em áreas prioritárias: segurança pública 16%, saúde 15%, economia 13% e combate à corrupção 13%.
- Entre as prioridades para o próximo mandatário, saúde lidera com 34%, seguida de educação 15%, segurança pública 12% e economia 11%.
- A pesquisa ouviu 2.004 pessoas a partir de 16 anos, entre 12 e 13 de maio, com margem de erro de até dois pontos percentuais e registro no TSE, código BR-00290/2026.
- Entre eleitores de Lula, segurança pública (18%) é apontada como principal gargalo, seguida de saúde (14%) e combate à corrupção (10%).
- Entre eleitores de Flávio Bolsonaro, corrupção (17%), economia (16%), segurança (14%) e saúde (14%) aparecem como áreas em que o governo é visto como pior.
O Datafolha aponta que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva tem pior desempenho em áreas prioritárias para o presidente eleito. A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 13 de maio, com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, em pontos de fluxo pelo país. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Entre os entrevistados, a área com pior avaliação é a segurança pública, citada por 16%. Em seguida, aparecem saúde, com 15%, economia e combate à corrupção, com 13% cada. Os resultados refletem percepções sobre o desempenho do governo em temas considerados prioritários.
Desempenho por recorte e prioridades
Entre as relações de voto, 18% daqueles que pretendem votar em Lula apontam a segurança como principal gargalo. Saúde recebe 14% e combate à corrupção, 10%. Entre eleitores de Flávio Bolsonaro, 17% afirmam que a corrupção é a pior área, seguidos por economia, segurança e saúde, cada um com 14% a 16%.
No recorte por gênero e idade, mulheres destacam saúde (19%) como pior área, enquanto homens apontam economia (16%). Entre jovens de 16 a 24 anos, 21% veem a economia como pior desempenho; entre pessoas com 60 anos ou mais, esse índice cai para 5%.
Prioridades para o próximo presidente
Quando questionados sobre as prioridades para o próximo mandato, saúde aparece em primeiro lugar, seguido por educação, segurança e economia. Fortalecem-se demandas como combate à fome e à miséria (7%), combate à corrupção (7%) e combate ao desemprego (6%).
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