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Hugo Motta defende fim da escala 6×1 e aponta texto de convergência

Hugo Motta defende fim da escala 6×1 e propõe texto de convergência para votação ainda em maio, com parecer da comissão especial previsto para o dia 20

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
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  • Hugo Motta defendeu a aprovação da PEC que elimina a escala 6×1 e propôs um “texto de convergência” entre governo e oposição.
  • A ideia é levar o texto a votação ainda em maio, nesta semana.
  • Uma comissão especial discute duas PECs sobre o tema.
  • O setor privado defende um período de transição para fim da escala 6×1, e a oposição apresentou emendas para criar prazo ou manter a jornada de 44 horas semanais em alguns casos.
  • O relator da comissão, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), deve apresentar o parecer na próxima quarta-feira, 20.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), pediu nesta domingo a aprovação da PEC que encerra a escala de seis dias por um de descanso, a 6×1. A iniciativa pretende acelerar a votação, com a ideia de consolidar um texto de convergência entre governo e oposição.

Motta afirmou que a matéria não pertence a um campo político específico, mas ao país, destacando a busca por unidade legislativa. A ideia é que o tema seja apreciado ainda neste mês, conforme o presidente. A Câmara trabalha com o objetivo de enviar o texto à votação nesta semana.

A PEC está em tramitação na comissão especial, que debate duas propostas sobre o tema. O setor privado tem defendido uma transição para deixar a escala 6×1, enquanto a oposição apresentou emendas que detalham prazos ou mantêm a jornada de 44 horas semanais em determinados casos.

Avanços e próximos passos

O relator da comissão especial, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), deve apresentar o parecer sobre a redução da jornada na próxima quarta-feira, dia 20. A disputa envolve posições que variam entre a necessidade de transição, impactos econômicos e efeitos sobre custos de produção.

A discussão envolve também impactos para preços relativos, conforme análises de especialistas ouvidos pela imprensa. A agenda de votação na Câmara segue alinhada com o objetivo de oferecer um texto claro ao plenário ainda em maio.

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