- Milhares seguiram para o National Mall, em Washington, para um jejum de oração de um dia, sob o tema de “One Nation Under God”.
- O evento, apoiado pela Casa Branca, contou com discursos de figuras republicanas e proeminentes líderes evangélicos, com Meir Soloveichik sendo o único participante não cristão listado no programa.
- Críticos afirmam que o evento mistura religião e Estado; o reverendo Adam Russell Taylor disse que a rededicação privilegia um segmento estreito da fé cristã e fere a liberdade religiosa.
- Entre os organizadores e participantes estavam o ex-presidente Donald Trump (via mensagem em vídeo), o secretário de Estado Marco Rubio e o presidente da Câmara, Mike Johnson; a programação também celebrou os 250 anos da independência dos EUA.
- Autoridades estimaram cerca de quinze mil pessoas presentes; o contexto inclui imagens da fundação do país e a discussão sobre o papel da fé na política.
Dois mil e meio milhares de pessoas foram às margens do National Mall, em Washington, neste domingo, para um vigíliamento de oração de um dia inteiro. O evento foi promovido como uma readeficação do país sob o lema One Nation Under God, com apresentação musical cristã em palco diante do Monumento a Washington.
O comitê organizador divulgou a participação de líderes que apoiam a administração, com autoridades republicanas presentes no palanque ao lado de palestrantes evangélicos. Entre os nomes de destaque estavam figuras associadas a movimentos conservadores e à fé pública, com a presença de representantes do governo federal na programação.
O evento contou com a transmissão de mensagens em vídeo de apoio, incluindo um pronunciamento do ex-presidente Donald Trump. Outros nomes de peso na agenda incluíram autoridades de alto escalão do governo, como o secretário de Estado Marco Rubio e o atual presidente da Câmara, Mike Johnson, conforme a organização do ato.
Os organizadores anunciaram expectativa de cerca de 15 mil participantes, segundo o relato de veículos locais. A atmosfera variou entre fervor religioso e apoio a temas de liberdade religiosa, em meio a críticas sobre a separação entre igreja e estado.
Críticas e contextos
A pauta gerou debate entre líderes religiosos e analistas, com alguns observadores destacando a possível centralização de uma visão cristã específica no espaço público. O tema da laicidade volta a aparecer como eixo de discussão entre republicanos e democratas, especialmente em eventos de grande visibilidade.
Dados de pesquisas apontam que parte relevante da população se declara sem filiação religiosa ou sem crença específica, o que alimenta leituras divergentes sobre esse tipo de evento público. Diversas leituras sobre o papel da fé no espaço cívico foram mencionadas por participantes e críticos.
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