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Motta confirma fim da 6×1 em maio e afirma pauta não pertence a partido

Motta afirma que fim da 6x1 deve ser aprovado até o fim de maio; pauta não pertence a um partido e busca convergência com a população

Motta disputou o percurso de 3km na corrida em celebração aos 200 anos da Câmara - (crédito: Reprodução/TV Câmara)
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  • Hugo Motta, presidente da Câmara, afirmou que a aprovação do fim da escala 6×1 deve ocorrer até o fim de maio, priorizando os trabalhadores.
  • Motta participou de uma corrida de 3 km em celebração aos 200 anos do Parlamento brasileiro.
  • Na Câmara, tramitam dois textos sobre o fim da 6×1: uma Proposta de Emenda à Constituição de Reginaldo Lopes (PT-MG) e um Projeto de Lei do Executivo, com avanço casado.
  • Governo e Câmara buscam construir um texto único e um consenso político e econômico para sustentar a medida.
  • Divergências persistem, principalmente about o período de transição para as empresas e a possibilidade de compensação tributária.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou neste domingo a previsão de aprovação dos projetos que acabam com a escala 6×1 até o fim de maio. A declaração foi dada após Motta participar de uma corrida de 3 km em celebração aos 200 anos do Parlamento brasileiro.

Durante a conversa com jornalistas, Motta afirmou que a prioridade é encerrar a prática até o valor final de maio, com a expectativa de beneficiar todos os trabalhadores. O parlamentar também destacou que o tema não pertence a um partido ou a um governo, e que há espaço para demonstração de unidade na Câmara.

Situação na Câmara e textos em tramitação

Na Câmara, dois textos buscam eliminar a 6×1: uma Proposta de Emenda à Constituição, de Reginaldo Lopes, e um Projeto de Lei proposto pelo Executivo em regime de urgência. O governo e a presidência da Casa defendem que os dois avancem de forma casada.

A negociação envolve divergências sobre o período de transição para a nova regra. Setores empresariais defendem maior prazo para adaptação, enquanto o governo busca mudanças imediatas. Também há debate sobre a possibilidade de compensação tributária às empresas.

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