- O vice-presidente Geraldo Alckmin voltou a elogiar o advogado-geral da União, Jorge Messias, rejeitado pelo Senado para ministro do STF, dizendo que ele tem espírito público e preparo para a magistratura.
- Lula informou a aliados que não aceitou a derrota na sabatina de Messias e pretende insistir na indicação dele para o Supremo.
- O presidente tem atuado nos bastidores para viabilizar a aprovação de Messias, incluindo conversas com senadores de oposição, mas ainda não definiu quando fará o reenvio da indicação.
- Em abril, Messias foi rejeitado por 42 votos a 34 no plenário do Senado, contrariando a expectativa de aprovação, com articulação entre oposição e o presidente da Casa.
- Após a derrota, Messias retornou ao comando da Advocacia-Geral da União, onde ficou de férias entre 8 e 30 de abril para se preparar para a sabatina; há avaliação de que pode permanecer no cargo caso Lula peça.
Geraldo Alckmin voltou a elogiar Jorge Messias, o advogado-geral da União indicado ao STF, destacando seu espírito público e preparo para a magistratura. O vice-presidente reforçou que a indicação é prerrogativa do presidente e que é preciso aguardar desfecho.
Lula teria confidenciado a aliados que não aceitou a derrota de Messias no Senado e que vai insistir na indicação do AGU para o Supremo. O chefe do Executivo pretende atuar pessoalmente nas articulações, incluindo conversas com senadores da oposição, sem definir prazo para reenviar a indicação.
Lembrança sobre a rejeição no Senado
Em abril, Messias foi rejeitado no plenário por 42 votos a 34, com apoio da oposição e do presidente da Casa, Davi Alcolumbre. Pelos cálculos, eram necessários ao menos 41 votos para aprovação, fato que interrompeu a sabatina na CCJ.
Após a derrota, Messias voltou a comandar a AGU. Ele esteve em férias entre 8 e 30 de abril, período usado para se preparar para a sabatina na CCJ. Existe avaliação de que ele pode aceitar ficar no cargo por mais tempo, caso Lula peça maior permanência.
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