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Apoio ao fim da escala 6×1 recua, mas maioria segue favorável, diz Quaest

Apoio ao fim da escala 6×1 ainda majoritário, mas recua de 72% para 68%; queda entre eleitores de Lula e Bolsonaro, com adesão em centro e direita não alinhados

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  • 68% dos entrevistados são favoráveis à proposta de reduzir a jornada semanal; queda frente aos 72% de dezembro.
  • Entre eleitores de Lula, apoio caiu de 92% para 76%; entre bolsonaristas, caiu de 57% para 44%.
  • Entre o grupo de centro e direita não alinhado ao bolsonarismo, o apoio subiu de 52% para 55%.
  • A possibilidade de redução salarial diminui o apoio: 56% continuam favoráveis e 39% rejeitam a medida.
  • A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 8 e 11 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais; número de registro no TSE é BR-03598/2026, e 43% acompanham de perto o tema.

A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta segunda-feira (18), mostra que a maioria da população ainda apoia a proposta de fim da escala 6×1, mas o índice caiu desde dezembro. O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 8 e 11 de maio.

Agora, o apoio ficou em 68% entre os entrevistados, ante 72% em dezembro. O tema tem ganhado espaço no debate público e eleitoral, ampliando o interesse além de sindicatos e categorias específicas.

Perfil dos apoiadores e mudanças

Entre eleitores de Lula, o apoio recuou de 92% para 76%. Já entre bolsonaristas, caiu de 57% para 44%. Mesmo assim, o grupo de centro-direita não alinhado ao bolsonarismo manteve maioria favorável, subindo de 52% para 55%.

Engajamento com o tema

A pesquisa aponta que 43% dos entrevistados acompanham de perto as discussões no Congresso. Outros 29% ouviram falar, sem acompanhar a tramitação. Apenas 27% disseram não acompanhar o debate.

Possível impacto salarial

O apoio diminui quando surge a possibilidade de redução salarial. Nesse cenário, 56% continuam favoráveis, e 39% rejeitam a mudança. O governo sustenta que a redução de salários não faz parte das negociações.

Contexto político e agenda

O tema ganhou força nas últimas meses e passou a compor a estratégia eleitoral de 2026, especialmente entre rendas mais baixas e trabalhadores urbanos. A pauta deixou de ser restrita a determinados setores.

Metodologia

O levantamento contou com 2.004 entrevistas entre 8 e 11 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais e grau de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº BR-03598/2026.

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