- Andy Burnham, atual favorito para substituir Keir Starmer como primeiro-ministro do Reino Unido, afirma que não mudaria as regras fiscais autodefinidas do governo caso vença.
- Um porta-voz do prefeito de Greater Manchester disse à Bloomberg, na segunda-feira, que ele não alteraria as regras fiscais atuais.
- A declaração também nega a possibilidade de excluir os gastos com defesa das regras.
- Burnham pode assumir o cargo após a eleição de liderança prevista para este ano.
- A posição enfatiza a manutenção do teto de endividamento e dos limites fiscais existentes, sem exceções para defesa.
O prefeito de Manchester, Andy Burnham, afirmou que não pretende alterar os limites de endividamento que o governo se impôs, caso venha a assumir o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido. A declaração foi feita na segunda-feira por meio de um porta-voz, com foco em manter as regras fiscais atuais.
Segundo o porta-voz, Burnham não pretende modificar as regras fiscais em vigor sob a gestão da atual ministra da Fazenda, Rachel Reeves, caso chegue a 10 Downing Street após a eleição de liderança prevista para este ano. O posicionamento também exclui a possibilidade de isentar gastos com defesa das restrições.
Burnham é apontado como favorito para suceder Keir Starmer no cargo de líder do Partido Trabalhista e potencialmente como candidato a primeiro-ministro. A fala recente visa esclarecer o eixo fiscal que ele apoiaria caso vença o pleito de liderança ainda neste ano.
A notícia foi divulgada à agência Bloomberg, destacando o compromisso do provável candidato com o arcabouço fiscal existente. Não houve divulgação de informações adicionais sobre novas propostas ou metas econômicas, mantendo o tom de estabilidade e continuidade.
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