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Confúcio Moura critica demora na prestação de serviços públicos

No plenário, senador afirma que demora e burocracia nos serviços públicos ampliam desigualdades e penalizam quem depende do Estado para viver e trabalhar

2º secretário da Mesa do Senado Federal, senador Confúcio Moura (MDB-RO) conduz sessão.
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  • O senador Confúcio Moura, MDB de Rondônia, afirmou no plenário nesta segunda-feira que a população enfrenta desgaste devido à demora para acessar serviços públicos.
  • Segundo ele, há um descompasso entre a realidade das pessoas e a capacidade de resposta do Estado, o que se tornou um dos principais fatores de insatisfação no país.
  • Moura disse que a modernização dos serviços públicos ocorre de forma desigual e amplia as diferenças sociais.
  • Ele ressaltou que parte da população consegue resolver demandas digitalmente, enquanto muitos ainda dependem de atendimentos presenciais e de longos deslocamentos.
  • O senador criticou o ritmo do serviço público, afirmando que existem dois brasileiros: os que resolvem os problemas e os que passam anos esperando algo, com o Estado funcionando em câmera lenta.

Em Plenário nesta segunda-feira (18), o senador Confúcio Moura (MDB-RO) criticou a demora na prestação de serviços públicos. Ele disse que a população enfrenta desgaste crescente diante dos entraves para acessar atendimento.

Segundo Moura, há um descompasso entre a realidade das pessoas e a capacidade de resposta das estruturas públicas, que se tornou um dos principais fatores de insatisfação no país. A fala ocorreu durante o debate no Senado.

O parlamentar afirmou ainda que a modernização dos serviços acontece de forma desigual e amplia as diferenças sociais. Enquanto alguns resolvem demandas digitalmente, muitos ainda dependem de atendimentos presenciais e longos deslocamentos.

Ele ressaltou que o tempo gasto com a busca por soluções no setor público prejudica quem precisa da atuação do Estado para vir a produzir, recomeçar ou cuidar de si. Apontou que surgem dois grupos de brasileiros nessa linha.

Moura enfatizou que o Estado não pode exigir eficiência imediata na vida real apenas de quem gera renda, enquanto a resposta institucional parecer lenta. A crítica foi feita no contexto de avaliação da qualidade do atendimento público.

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