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Conselho de Ética da Câmara julga processos contra parlamentares nesta terça

Conselho de Ética da Câmara analisa oito processos contra quinze parlamentares, com aberturas de novos casos, sorteios de lista tríplice e indicação de novos relatores

Conselho de Ética analisa 8 processos contra 15 parlamentares
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  • O Conselho de Ética da Câmara analisa oito processos contra quinze parlamentares nesta terça (19), envolvendo base governista e oposição, com aberturas de novos casos e sorteios de lista tríplice e de novos relatores.
  • Destaque: o deputado Marcos Pollon é acusado de ofender publicamente o presidente da Câmara, Hugo Motta, em ato a favor do PL da Dosimetria; o parecer de Ricardo Maia pode recomendar suspensão de noventa dias.
  • O Partido Liberal abriu ação contra André Janones por publicações nas redes sociais que teriam atacado Michelle Bolsonaro e outras mulheres, configurando possível quebra de decoro.
  • Novo contra do Novo envolve doze deputados do PSOL e Lindbergh Farias (PT-RJ), incluindo acusações de que a vigília de oração ligada ao pai de Jair Bolsonaro seria manobra para dificultar ações policiais; o caso também envolve Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
  • Outros casos incluem Lindbergh Farias contra Alfredo Gaspar (PL-AL), Érika Hilton (PSOL-SP) por linguagem ofensiva nas redes e Rogério Correia (PT-MG) por agressão a Luiz Lima (Novo-RJ) durante reunião da CPMI do INSS.

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara analisa nesta terça-feira (19) oito processos instaurados contra 15 parlamentares. As ações envolvem membros da base governista e da oposição, com reservas para novas etapas de fiscalização.

Entre os casos em pauta estão denúncias antigas e a abertura de novas ações, além de sorteios para formação de lista tríplice e para a indicação de novos relatores. A sessão ocorre no âmbito do regime de trabalho da Câmara.

Casos de maior repercussão

Um destaque envolve o deputado Marcos Pollon (PL-MS), acusado de ofender publicamente o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), durante manifestação a favor do PL da Dosimetria em Campo Grande. O processo já havia sido apresentado, mas foi adiado por pedido de vista.

Pollon também foi condenado no início do mês por participação no motim no plenário em apoio à anistia aos condenados pelo 8 de janeiro. Na avaliação de parecer de Ricardo Maia (MDB), o parlamentar pode sofrer suspensão de 90 dias.

Casos envolvendo autoridades da oposição

O PL move ação contra André Janones (Rede-MG) por publicações nas redes sociais que teriam ofendido Michelle Bolsonaro e outras dirigentes do partido, caracterizando discurso ofensivo e potencial violação de decoro.

O PT denuncia Alfredo Gaspar (PL-AL) por ofensas graves durante reunião da CPMI do INSS; a acusação também envolve entrevista coletiva e dias seguintes. O tema envolve ataques a Lindbergh Farias (PT-RJ).

Ações envolvendo Novo, PSOL e outras siglas

O Novo protocolou ação contra 12 deputados do PSOL e Lindbergh Farias por reação conjunta à PGR, questionando a vigência de ações contra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ligadas à saúde do pai, Jair Bolsonaro. Além de Lindbergh, aparecem Chico Alencar, Glauber Braga, Pastor Henrique Vieira, Ivan Valente, Célia Xakriabá, Luiza Erundina, Sâmia Bomfim, Talíria Petrone e Tarcísio Motta.

Controvérsias envolvendo oposição e governismo

Gilberto Abramo (Republicanos-MG) apresentou ação contra Pollon por ofensas a Hugo Motta, associadas ao motim no plenário. Em outra linha, o PL denuncia Lindbergh Farias por promover perseguição política contra adversários, incluindo Eduardo Bolsonaro.

Novas acusações contra Lindbergh e Érika Hilton

O Novo também acusa Lindbergh Farias de quebra de decoro ao chamar Alfredo Gaspar de “estuprador” em reunião da CPMI do INSS. Além disso, Érika Hilton (PSOL-SP) é alvo de ação por suposta linguagem ofensiva em redes.

Rogério Correia e outros casos

O Novo move ação contra Rogério Correia (PT-MG) por suposta agressão física contra Luiz Lima (Novi-RJ) em reunião da CPMI do INSS, que terminou com turbulência. As informações indicam que a Câmara pode definir desdobramentos nos próximos dias.

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