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Dino relata ameaça durante embarque e alerta empresas sobre propagação de ódio

Ministro Flávio Dino relata ameaça durante embarque e alerta empresas sobre propagação de ódio que pode afetar a segurança de aeroportos e consumidores

Dino destaca que o pedido é urgente devido ao calendário eleitoral de 2026, período em que os sentimentos políticos costumam se acirrar - (crédito: Gustavo Moreno/STF)
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  • O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, relatou em redes sociais um episódio de hostilidade durante o embarque aéreo.
  • Segundo Dino, uma funcionária de uma companhia afirmou ao agente de polícia que gostaria de xingá-lo, depois corrigindo-se para dizer que seria “melhor matar do que xingar”.
  • Dino disse que não divulgará o nome da funcionária, da empresa nem a data, para evitar a disseminação do ódio e riscos à segurança.
  • Ele pediu que empresas com atendimento ao público promovam campanhas internas de educação cívica para assegurar convivência pacífica e respeito.
  • O ministro ressalta a urgência do debate devido ao calendário eleitoral de 2026, destacando que consumidores não podem temer agressões ao usar serviços.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino relatou, por meio de suas redes sociais, um episódio de hostilidade ocorrida durante o procedimento de embarque em um aeroporto, ocorrido na última segunda-feira. O relato traz detalhes do ocorrido e das próximas ações a partir do caso.

Durante o embarque, uma funcionária de uma companhia aérea identificou o nome do ministro no cartão de embarque e manifestou, na presença de um agente de polícia judicial, uma vontade de xingá-lo e, em seguida, disse que seria melhor matar do que xingar. Dino atribui o episódio à atuação institucional dele na Corte.

O ministro informa que não divulgará o nome da funcionária, nem da empresa ou da data, por entender que o relato tem caráter público e não pessoal. Alega que o incidente pode indicar risco à segurança de aeroportos, voos e passageiro em geral se o ódio se propagar.

Ao final do relato, Dino faz um apelo a empresas que lidam com atendimento ao público para adoção de campanhas internas de educação cívica. Ele enfatiza a necessidade de convivência pacífica e respeito entre funcionários e clientes.

Agravamento do cenário político, com o calendário eleitoral de 2026, é apontado como justificativa para a urgência da medida. O ministro ressalta que opiniões e simpatias políticas são direitos de cada cidadão, mas consumidores não devem temer agressões ao utilizar serviços.

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