- Eduardo Bolsonaro mudou sua versão sobre a participação no filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.
- O ex-deputado afirmou ser produtor-executivo e ter investido R$ 350 mil na obra.
- Segundo ele, o aporte veio da receita de venda de um curso e foi usado para assegurar o roteiro com o diretor Cyrus Nowrasteh.
- Ele não explicou quem pagou a restituição dos valores originalmente destinados ao projeto.
- A nova declaração veio menos de 24 horas após ele afirmar, nas redes, que não exerceu posição de gestão no filme e que apenas cedeu direitos de imagem.
Eduardo Bolsonaro mudou a versão sobre a participação no filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro. O ex-deputado afirmou ter assinado um contrato com poderes de gestão financeira sobre a obra e ter investido R$ 350 mil no longa.
Segundo ele, o aporte foi obtido a partir da receita da venda de um curso, e teria sido reinvestido para assegurar a participação do diretor Cyrus Nowrasteh, de Hollywood, no desenvolvimento do roteiro e no início do projeto.
A declaração foi feita em redes sociais, menos de 24 horas após ele afirmar não exercer posição de gestão no filme e apenas ceder seus direitos de imagem. Não ficou esclarecido como ocorreu a restituição dos recursos inicialmente destinados ao projeto.
Mudança de versão
Eduardo Bolsonaro afirmou que o contrato com poderes de gestão permitia atuação direta no fundo financeiro do filme. A comunicação não detalha quem efetuou a restituição dos valores e a origem exata dos pagamentos.
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