- O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou uma nota de solidariedade ao ministro Flávio Dino após a revelação de que ele foi hostilizado por uma funcionária de uma empresa aérea.
- Fachin ressaltou que o respeito a todas as pessoas, independentemente de funções públicas, é essencial para a convivência republicana.
- Segundo relato de Dino publicado no Instagram, a funcionária disse a um agente de polícia judicial que gostaria de xingá-lo ao ver o nome do ministro no cartão de embarque.
- Em seguida, afirmou que seria melhor “matar” do que xingar.
- A nota de Fachin reforça a necessidade de civilidade, tolerância e paz social, pedindo serenidade, espírito público e compromisso democrático para que diferenças coexistam com respeito mútuo.
Edson Fachin, presidente do STF, divulgou uma nota de solidariedade ao ministro Flávio Dino após a divulgação de que Dino foi hostilizado por uma funcionária de uma empresa aérea. O texto ressalta a importância do respeito a todas as pessoas, independentemente de funções públicas, e das instituições democráticas.
Segundo o relato compartilhado por Dino, a funcionária comentou a vontade de xingar ao ver o nome do ministro no cartão de embarque e, em seguida, afirmou que seria melhor “matar” do que xingar. Fingiu neutralidade institucional, mas o episódio é apresentado como violento e inadequado para o ambiente de serviço.
Fachin afirma que os valores da civilidade, da tolerância e da paz social devem orientar a convivência republicana. O presidente defende serenidade, espírito público e compromisso democrático para que diferenças possam coexistir dentro do respeito à dignidade humana.
Reação institucional e próximos passos
O STF não detalhou medidas disciplinares ou encaminhamentos, limitando-se a divulgar a nota de apoio a Dino. A mensagem reforça a exigência de comportamento responsável em espacios públicos e de serviço, com atuação institucional baseada no respeito às pessoas.
A defesa de Fachin enfatiza ainda a necessidade de educação cívica para colaboradores de empresas e órgãos públicos, alinhando-se à pauta de conduta ética no trato com autoridades e cidadãos. O caso segue sob observação, sem indicações de providências legais neste momento.
Entre na conversa da comunidade