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Lindbergh aciona STF para incluir Flávio e Bolsonaro em investigação de Eduardo no exterior

Lindbergh Farias pede ao STF ampliar o Inquérito 4.995 para incluir Flávio e Jair Bolsonaro, associando o financiamento do filme Dark Horse à atuação internacional de Eduardo Bolsonaro

Lindbergh quer Flávio e Jair Bolsonaro no INQ 4995 por suspeita ligada à atuação de Eduardo
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  • Lindbergh Farias pediu ao STF a ampliação do Inquérito quatro mil novecentos e noventa e cinco para incluir Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro na apuração sobre atuação internacional de Eduardo Bolsonaro.
  • A petição sustenta que haveria financiamento milionário para o filme Dark Horse, com valores entre US$ 24 milhões e US$ 26,8 milhões, envolvendo o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
  • O documento aponta contradição entre a cobrança de recursos para o filme e a alegação da produtora de não ter recebido os valores, buscando rastrear destino do dinheiro e intermediários.
  • Segundo a peça, Jair Bolsonaro seria beneficiário direto da operação, pela reconstrução de sua imagem e pela ofensiva internacional contra o STF e julgamentos ligados à tentativa de golpe.
  • O pedido também cobra compartilhamento de provas, preservação de mensagens, contratos, áudios e metadados, bem como apuração de lavagem de dinheiro, financiamento político irregular e medidas cautelares contra Flávio, como apreensão de passaporte.

Em petição encaminhada ao STF, Lindbergh Farias solicita a ampliação do Inquérito 4.995 para incluir Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro, no âmbito da atuação internacional de Eduardo Bolsonaro. O foco é apurar financiamento do filme Dark Horse e possíveis pressões sobre autoridades estrangeiras.

O objetivo é esclarecer se houve cobrança de valores milionários de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, para viabilizar a produção, conforme reportagens de maio de 2026. A peça questiona o destino dos recursos, caso não tenham chegado à produtora, e aponta contradições na narrativa.

Segundo o documento, Flávio Bolsonaro seria operador político e financeiro da captação, enquanto Jair Bolsonaro apareceria como beneficiário direto da operação, em razão de objetivos políticos. A peça sugere rastrear contratos, intermediações e uso de verbas na campanha internacional de Eduardo.

A ação também solicita que o STF determine o compartilhamento de provas do caso, preservação de mensagens, áudios, contratos e metadados, além da apuração de lavagem de dinheiro e financiamento irregular. Também pede monitoramento de transações e verificação de cooperação com autoridades estrangeiras.

Defesa de Eduardo Bolsonaro

A defesa de Eduardo Bolsonaro afirma que não houve irregularidades na produção do filme e que Vorcaro não financiou o projeto. O ex-deputado sustenta ter atuado como diretor executivo e que a produção foi levada aos EUA para evitar perseguição, havendo uso de recursos próprios no início.

Em vídeo divulgado, Eduardo disse ter investido cerca de 350 mil reais, convertidos em 50 mil dólares, para assegurar contrato com um diretor de Hollywood. A defesa reforça que o projeto não recebeu aporte financeiro de Vorcaro.

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