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Lula afirma ter maior cuidado com a Amazônia na Margem Equatorial

Lula defende exploração da Margem Equatorial e anuncia R$ 37 bilhões em investimentos na Petrobras, ressaltando cuidado com a Amazônia e criticando privatizações

Lula durante anúncio das entregas das quatro novas linhas de luz do CNPEM e lançamento da pedra fundamental do edifício do projeto Arandus, em Campinas - (crédito: Ricardo Stuckert/PR)
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  • Lula afirmou que as perfurações da Petrobras para checar petróleo na Margem Equatorial respeitam critérios de conservação da Amazônia.
  • Em evento de anúncio de investimentos de R$ 37 bilhões na Petrobras até 2030, ele disse que o recurso será aplicado em refino, logística, descarbonização e geração de energia sustentável.
  • O presidente defendeu a exploração de petróleo na Margem Equatorial, trecho entre Amapá e Rio Grande do Norte, e afirmou que a área fica a 500 metros da margem brasileira.
  • Ele ironizou a possibilidade de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contestar o petróleo da Margem Equatorial, dizendo que ele também já questionou terras de outros países.
  • Lula criticou privatizações da BR Distribuidora e de refinarias da Petrobras, afirmando que o movimento enfraqueceu a empresa.

Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, em evento da Petrobras, que as perfurações para avaliar petróleo na Margem Equatorial brasileira obedecem a critérios de conservação da Amazônia. O anúncio ocorreu no mesmo ato em que a estatal revelou investimentos de 37 bilhões de reais até 2030.

O montante será aplicado em áreas como refino, biorrefino, logística, exploração, produção, descarbonização e geração de energia sustentável, com foco em ampliar a atuação da Petrobras na região.

Durante o discurso, Lula defendeu a importância de investir na riqueza localizada a poucos metros da margem brasileira, indicando riscos de eventual pressões internacionais e lembrando críticas a decisões tomadas por governos anteriores.

O presidente também criticou privatizações de ativos da Petrobras, como refinarias e a BR Distribuidora, afirmando que tais medidas teriam enfraquecido a empresa e afetado o equilíbrio econômico do setor.

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