- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que espera atrair investimentos dos Estados Unidos para a exploração de terras raras no Brasil.
- Lula disse que pode ter parceria com o país estrangeiro, desde que respeite a soberania brasileira sobre os minerais críticos.
- A declaração foi feita durante a entrega de quatro novas linhas de luz síncrotron do Sirius, em Campinas.
- Segundo o ministro da Fazenda, Dário Durigan, Lula teve uma conversa franca com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no começo do mês sobre terras raras.
- Durigan disse que, ao tratar dos minerais críticos, o Brasil defende soberania e que a exploração pode incentivar a industrialização do país.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que pretende atrair investimentos dos Estados Unidos para a exploração de terras raras no Brasil. A declaração ocorreu durante a entrega de quatro novas linhas de luz do CNPEM, no acelerador Sirius, em Campinas.
Segundo Lula, o Brasil pode abrir espaço para parcerias com quem queira investir, desde que haja respeito à soberania sobre os minerais críticos. Ele ressaltou a prioridade de manter controle sobre os ativos nacionais.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que Lula teve uma conversa franca com o presidente norte-americano, Donald Trump, no início deste mês. O tema central foi a exploração de terras raras.
Durigan disse que Lula deixou claro o que o Brasil espera em relação aos minerais críticos, destacando a soberania como condição para qualquer acordo. O objetivo é incentivar a industrialização do país.
De acordo com o relato do ministro, a posição brasileira acompanha a visão de fortalecer o setor produtivo sem abrir mão da autonomia sobre os recursos naturais.
A fala de Lula ocorreu no mesmo dia em que foram anunciadas as novas linhas de luz síncrotron do Sirius, marcando avanços tecnológicos no país. O equipamento deverá ampliar a capacidade de pesquisa.
A cerimônia ressaltou a parceria entre Brasil e instituições nacionais para ampliar a atuação científica e tecnológica. O governo busca equilíbrio entre atração de investimentos e defesa de ativos estratégicos.
A apuração concentra-se em entender como futuras parcerias poderão financiar projetos sem comprometer a soberania brasileira sobre as terras raras. As informações são de fontes oficiais.
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