- Protestos em La Paz envolvendo a central trabalhista, federações camponesas dos Andes e apoiadores de Evo Morales escalam a violence, com confrontos contra forças de segurança.
- Alguns manifestantes chegaram a arremessar pedras e houve confronto com opositores.
- Membros da segurança cercaram o palácio de governo para impedir a aproximação dos protestos; gás lacrimogêneo foi utilizado.
- Parte dos manifestantes conseguiu entrar no tribunal principal e foi visto ocupando cadeiras.
- O descontentamento surge em meio a desabastecimento de alimentos e críticas ao governo do presidente Rodrigo Paz, que tem seis meses no poder.
Protestos acirraram-se em La Paz, com confrontos entre manifestantes e forças de segurança. A mobilização ocorreu por motivos de insatisfação com o governo de Rodrigo Paz, no exercício há seis meses, e pela ampliação de queixas sobre desabastecimento alimentar.
Participaram da manifestação a central sindical boliviana, federações camponesas andinas e simpatizantes do ex-presidente Evo Morales. Os organizadores exigem a renúncia do chefe de Estado, ressaltando denúncias de gestão e impactos na economia.
Ariete de violência aumentou quando manifestantes passaram a lançar pedras contra policiais, que recuaram com o uso de gases lacrimogêneos. O Palácio de Governo ficou cercado, e houve entraves para impedir que o tumulto avançasse para o prédio, com alguns grupos alcançando o prédio da Justiça.
Copas da repressão ocorridas durante a marcha de segunda-feira em La Paz sinalizam uma escalada de tensão política no país, em meio a críticas sobre a condução do governo diante da crise social. As autoridades não confirmaram números oficiais de feridos ou detidos até o fechamento desta edição.
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