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Transferência de Daniel Vorcaro é autorizada por André Mendonça

Transferência de Daniel Vorcaro para cela comum da Polícia Federal em Brasília, autorizada por André Mendonça, após entrega de proposta de delação, com visitas mais restritas

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
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  • Daniel Vorcaro foi transferido, nesta segunda-feira, 18, para uma cela comum na superintendência da Polícia Federal em Brasília.
  • A transferência foi autorizada pelo ministro André Mendonça, relator das investigações no STF sobre as fraudes no Master.
  • Desde março, o banqueiro estava detido em uma sala de estado-maior, com liberdade para receber advogados responsáveis pela delação apresentada à PF e à PGR.
  • Com a entrega da proposta de delação, Vorcaro retorna à carceragem da PF, onde terá regras mais restritas para visitas de advogados.
  • Em 4 de março, Vorcaro foi preso novamente na terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Master e a possível compra da instituição pelo BRB.

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, foi transferido nesta segunda-feira, 18, para uma cela comum na superintendência da Polícia Federal em Brasília. A operação teve a autorização do ministro André Mendonça, do STF, relator das investigações sobre fraudes no Master.

Vorcaro permanecia detido desde março em uma sala de estado-maior, onde tinha liberdade para receber advogados responsáveis pela proposta de delação entregue à PF e à PGR no início deste mês. A transferência altera as condições de prisão dele.

Com a entrega da proposta, o banco volta a cumprir regras mais restritas para visitas de advogados, segundo apuração.

Situação processual

Em 4 de março, Vorcaro voltou a ser preso e ficou alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, da PF. A ação investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de aquisição da instituição pelo BRB, banco público ligado ao Governo do Distrito Federal.

A investigação envolve a participação de autoridades e empresas ligadas ao setor financeiro. A partir das novas medidas, a PF busca esclarecer responsabilidades e eventuais transações suspeitas envolvendo o grupo.

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