- O advogado Eugênio Aragão deixou a defesa do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, por divergências com o colega Davi Tangerino.
- A saída ocorre enquanto os anexos da delação premiada de Costa estão sendo preparados, e ele foi transferido para a Papuda para trabalhar no material.
- Aragão, ex‑procurador-geral da República, vinha dialogando com a PGR sobre um eventual acordo de colaboração, mas ainda não houve assinatura do termo de confidencialidade.
- Com a saída, a defesa fica sob responsabilidade de Davi Tangerino.
- Paulo Henrique Costa foi preso em quinze de abril sob suspeita de ter negociado propina em imóveis para favorecer o BRB e o banqueiro Daniel Vorcaro, no contexto do caso Master.
Em meio a tratativas de delação premiada, a defesa do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, sofreu baixa: Eugênio Aragão deixou o caso.
Aragão, subprocurador-geral da República aposentado, comunicou a decisão nesta terça-feira, 19, em Brasília.
A saída ocorreu por divergências procedimentais com o outro advogado da defesa, Davi Tangerino.
Mudança na defesa
Costa está com os anexos da delação sendo confeccionados; ele foi transferido para uma cela na Papuda para trabalhar no material.
Aragão deixou o caso enquanto discutia com a PGR a possibilidade de acordo de colaboração do ex-presidente. O termo de confidencialidade ainda não foi assinado.
Com a saída, a responsabilidade pela negociação do acordo recai sobre Davi Tangerino. Costa foi preso em 16 de abril, sob suspeita de negociar propina para favorecer o BRB e o banqueiro Daniel Vorcaro.
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