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Associações de juízes e promotores pedem STF aumento do teto e flexibilização

Associações pedem ao STF aumento do teto do funcionalismo para R$ 71 mil e flexibilização de penduricalhos, incluindo verbas retroativas

Associações apresentaram embargos de declaração para alterar conteúdo da decisão do STF
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  • Associações que representam magistrados, promotores e tribunais apresentaram embargos de declaração ao STF para flexibilizar as regras que restringem pagamentos de penduricalhos.
  • A Ajufe pediu que o STF considere reajuste salarial para ministros do Supremo, equiparando o teto ao que defendem com base na defasagem de mais de vinte anos, propondo R$ 71 mil em vez de R$ 46 mil.
  • O pedido também busca flexibilizar a decisão que limita em 35% o valor de verbas indenizatórias, como diárias, auxílio-menas e auxílio-saúde, para que voltem a ser pagos sem o teto anterior.
  • Além disso, entidades pedem que o STF permita o pagamento de verbas retroativas reconhecidas por decisões judiciais ou administrativas antes de fevereiro deste ano.
  • Outros grupos representantes de tribunais de contas também pediram isenção das restrições para seus representados, ampliando as demandas sobre as regras de penduricalhos.

Associações que representam magistrados, procuradores e promotores enviaram recursos ao Supremo Tribunal Federal pedindo flexibilizar as regras que limitam o pagamento de penduricalhos. O objetivo é ampliar o teto salarial e facilitar verbas indenizatórias no Judiciário e no Ministério Público.

Entre os pedidos, a Ajufe sustenta que o STF deve buscar aumento no salário dos ministros, citando defasagem apontada por ministros. A entidade afirma que o subsídio atual de 46 mil reais deveria chegar a 71 mil, com base em trechos de votos.

O grupo também solicita a flexibilização da decisão que limitou em 35% os pagamentos de verbas indenizatórias, como diárias, ajuda de custo, férias não gozadas, auxílio-mordia e auxílio-saúde. A meta é que esses benefícios voltem a funcionar com natureza indenizatória plena.

Pedidos principais

A AMB e a Conamp defendem afastar a limitação de 35% sobre a remuneração para as verbas indenizatórias e eventuais retroativos, incluindo valores reconhecidos por decisões judiciais ou administrativas. A ideia é ampliar o espaço de pagamento dessas parcelas.

As associações também pleiteiam que o STF autorize o pagamento de verbas retroativas reconhecidas antes de fevereiro deste ano, com impacto financeiro significativo. Esses valores costumam ser reajustados pela inflação.

Verbas retroativas

Outra demanda envolve a possibilidade de que verbas já reconhecidas antes de fevereiro sejam pagas sem a limitação vigente, incluindo mudanças de entendimento para rentabilidade de decisões. O conjunto de pedidos foi apresentado por meio de embargos de declaração.

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