- Bárbara Botega, ex-secretária de Cultura de Minas Gerais, fala sobre as estratégias do Partido Novo para as eleições de 2026.
- Ela comentou a saída de Gleidson Azevedo do Partido Novo, citando que “Graças a Deus foi embora”.
- Botega também defende a estratégia do ex‑governador Romeu Zema de manter a candidatura à Presidência.
- A reportagem é de Hermano Chiodi e foi publicada em 19 de maio de 2026.
Bárbara Botega, ex-secretária de Cultura de Minas Gerais, comentou os desdobramentos recentes envolvendo o Partido Novo. Em entrevista ao Café com Política, ela abordou a saída de Gleidson Azevedo da sigla e avaliou as consequências para o cenário político mineiro.
A conversa também tratou da estratégia do ex-governador Romeu Zema de manter a candidatura à Presidência em 2026. Botega afirmou que o Novo busca manter portfólio de propostas e ampliar a presença do partido em âmbito nacional, com foco nas eleições deste ano.
Segundo a ex-secretária, o movimento de Azevedo sinaliza mudanças internas no Novo, que podem influenciar a atuação da legenda em Minas Gerais. A entrevista ocorreu em maio de 2026, trazendo ainda avaliações sobre o rumo da sigla no cenário federal.
Contexto local e calendário eleitoral
Minas Gerais é palco de debates sobre alianças e composição de candidaturas para 2026, com o Novo buscando manter relevância regional. A pauta inclui estratégias de comunicação, organização partidária e alinhamentos com outras siglas.
Visão sobre a candidatura presidencial
A defesa de Zema de continuar na disputa presidencial é apresentada pelo partido como objetivo de manter presença competitiva. Analistas comentam que a estratégia depende de condições políticas e do apoio de investidores e eleitores.
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