- A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado vai apreciar, nesta quarta-feira, as indicações para a presidência e para uma diretoria da CVM.
- As escolhas são Otto Lobo para a presidência da CVM e Igor Muniz para uma diretoria do órgão, indicadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- O presidente da CAE, senador Renan Calheiros, disse que há chance de o plenário avaliar os nomes no mesmo dia.
- O relator de Otto Lobo, senador Eduardo Braga, informou que houve atualização formal dos nomes junto à Presidência da República.
- Atualmente, a CVM tem três vagas abertas, mas apenas duas indicações foram encaminhadas pelo Executivo; o parecer afirma que todas as exigências formais foram atendidas.
O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Renan Calheiros, afirmou que nesta quarta-feira será discutida a indicação de Otto Lobo para a presidência da CVM e de Igor Muniz para uma das diretorias da autarquia. O anúncio ocorreu na manhã desta terça (19).
Calheiros informou que o plenário da Casa pode apreciar as indicações no mesmo dia. Ele pediu aos relatores que solicitassem a atualização formal dos nomes junto à Presidência da República, procedimento já realizado, segundo o senador.
Atualmente, a CVM tem três vagas abertas, mas apenas duas indicadas pelo Executivo foram encaminhadas. O parecer de Eduardo Braga aponta que Otto Lobo cumpre os requisitos formais para sabatina e eventual nomeação, caso aprovado.
Indicações e tramitação
Segundo o parecer, estão atendidas as exigências formais para a instrução do processo de indicação, sabatina e nomeação. Otto Lobo foi proposto pelo presidente Lula para a presidência da CVM, enquanto Igor Muniz foi indicado para uma diretoria da autarquia.
Os próximos passos dependem da avaliação da CAE, seguida de sabatina no plenário do Senado. A tramitação depende ainda de eventuais ajustes formais comunicados pela Presidência da República.
Contexto e cenário
A aprovação de ambas indicações pode preencher lacunas na estrutura da CVM, com foco em gestão e supervisão do mercado de capitais. A dinâmica entre Executivo e Legislativo fica em pauta durante a análise.
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