- Edinho Silva, presidente do PT, afirmou que a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta terça-feira aponta queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro e relaciona o bolsonarismo ao caso Banco Master.
- O levantamento incidentemente conecta as conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro às denúncias de corrupção reveladas pela The Intercept Brasil.
- No cenário de primeiro turno, as intenções de voto de Flávio caíram mais de cinco pontos; no segundo turno, o presidente Jair Bolsonaro aparece com 48,9% contra 41,8% de Flávio Bolsonaro.
- A pesquisa foi realizada entre 13 e 18 de maio, com 5.032 entrevistados acima de 16 anos, margem de erro de ±1 ponto e 95% de confiança, e está registrada no TSE sob o protocolo BR-06939/2026.
- As entrevistas foram feitas pela internet com recrutamento digital aleatório e tratam das revelações das conversas vazadas na semana anterior.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta terça-feira que a pesquisa Atlas/Bloomberg divulga, de forma objetiva, o impacto de revelações sobre o ex-líder bolsonarista Flávio Bolsonaro. O estudo aponta queda nas intenções de voto do senador no cenário atual.
Segundo Edinho, o levantamento captura a percepção pública sobre a proximidade entre o bolsonarismo e o que envolve o escândalo do Banco Master. Ele concedeu entrevista ao portal Warren Investimentos.
A pesquisa, realizada entre 13 e 18 de maio, levou em conta 5.032 entrevistas online com maiores de 16 anos. A margem de erro é de 1 ponto percentual, com confiança de 95%. O registro ocorreu no TSE sob o protocolo BR-06939/2026.
Edinho Silva destacou que as conversas entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, vazadas pela imprensa, mostram proximidade entre as partes. O petista atribui a situação a danos causados por denúncias de corrupção envolvendo o governo anterior.
De acordo com o levantamento, as intenções de voto de Flávio caíram mais de cinco pontos no primeiro turno e seis pontos em um segundo turno hipotético. No cenário divulgado, o presidente da República aparece com 48,9%, enquanto Flávio fica com 41,8%.
Contexto e dados da pesquisa indicam que, em abril, o segundo turno apontava empate técnico, com Flávio próximo de 47,5% e o presidente com 47,8%. A nova rodada mostra mudança relevante no intervalo de apoio entre os dois nomes.
A Sistemática foi realizada pela Atlas/ Bloomberg, com aplicação pela internet e seleção por recrutamento digital aleatório. Os resultados trazem a leitura de que a opinião pública reagiu ao tema das investigações. A divulgadora informou que o estudo altera apenas a percepção, sem indicar causalidade direta.
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