- Flávio Bolsonaro prometeu endurecer a segurança pública, dizendo que marginais do CV e do PCC não terão mais vez no Brasil e que, a partir do próximo ano, poderão ser presos ou neutralizados pelas polícias.
- O discurso ocorreu na XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, evento da Confederação Nacional dos Municípios, cuja participação dele era anunciada como sabatina, mas durou pouco mais de 20 minutos e não houve perguntas.
- O senador defendeu ampliar o acesso a armas de fogo para guardas civis municipais, afirmando que criminosos respeitam apenas estruturas de força.
- O encontro reuniu pré-candidatos ao Planalto, como os governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, além de Renan Santos; o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cancelou a participação, e o vice-presidente Geraldo Alckmin foi vaiado ao representar o governo.
- O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, disse que o encontro deve servir de espaço de construção entre prefeitos e autoridades federais.
Flávio Bolsonaro (PL) alimentou um discurso de endurecimento da segurança pública durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, nesta terça-feira, em Brasília. O objetivo foi enviar sinal de tolerância zero a crimes organizados, segundo o parlamentar.
O discurso durou pouco mais de 20 minutos e não houve sabatina, apesar da confirmação anterior. Flávio criticou a criminalidade e pediu ações diferentes por parte das forças de segurança, sem responder a perguntas durante o evento.
Também defendeu ampliar o acesso a armas de fogo para integrantes das guardas civis municipais. Segundo ele, criminosos respeitam estruturas de força e repressão, e a presença qualificada de servidores pode aumentar a segurança.
Participação de pré-candidatos e repercussões
Além de Flávio, estiveram presentes governadores e pré-candidatos como Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), enquanto o presidente Lula (PT) cancelou a participação. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) representou o governo federal e foi vaiado durante a passagem pelo evento.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, disse que o encontro pode favorecer a construção entre prefeitos e autoridades federais, minimizando críticas sobre o formato do evento. O encontro segue para novas discussões entre representantes municipais e federais.
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