- O senador Eduardo Girão criticou os gastos do governo Lula com viagens nacionais e internacionais, afirmando que as despesas passaram de R$ 2 bilhões no último ano.
- Segundo ele, foram R$ 1,8 bilhão em viagens nacionais e R$ 249 milhões em internacionais, com destinos como Paris, Genebra, Pequim e Washington, acompanhadas de comitivas com diárias de até R$ 600 mil.
- Girão disse que esse gasto é feito com dinheiro público e contrasta com as dificuldades econômicas da população.
- No tema Banco Master, o senador elogiou a atuação da Polícia Federal e do ministro André Mendonça e defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar o caso.
- Ele mencionou a mudança de status da cela de Daniel Vorcaro para cela comum, afirmando que a medida busca facilitar delação de demais envolvidos.
Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (19), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou os gastos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com viagens, nacionais e internacionais. Segundo ele, as despesas do ano passado superaram 2 bilhões de reais. No total, seriam 1,8 bilhão em viagens nacionais e 249 milhões em internacionais, executadas com dinheiro público. Os destinos mais visitados teriam sido Paris, Genebra, Pequim e Washington, com comitivas que ficavam hospedadas em hotéis de alto padrão.
Girão afirmou que o gasto elevado contrasta com as dificuldades econômicas pela qual passa a população. O senador ressaltou que o dinheiro do contribuinte é utilizado para viagens com comitivas, ajustes de deslocamentos oficiais e diárias elevadas. A crítica focalizou o uso de recursos federais em viagens ao longo do último ano.
Banco Master
No mesmo pronunciamento, Girão elogiou a atuação da Polícia Federal e do ministro do STF André Mendonça nas investigações sobre o Banco Master. O senador também manifestou apoio à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar o escândalo.
Girão mencionou a decisão de ontem de alterar o status da cela de um empresário envolvido no caso, afirmando que a medida visava dar transparência às delações prometidas. O senador afirmou que as autoridades colocaram o investigado em uma cela padrão para facilitar a colaboração com as apurações e o esclarecimento de fatos relevantes.
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