- O deputado Marcos Pollon, do PL do Mato Grosso do Sul, fez defesa na Comissão de Ética da Câmara nesta terça-feira, 19 de maio de 2026, sobre a prisão de envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
- Pollon afirmou que a Câmara vive uma “sucessão de absurdos desde o 1º dia do mandato” em referência aos fatos de 8 de janeiro.
- A representação contra Pollon envolve ofensa ao presidente da Câmara, Hugo Motta, ocorrida em 3 de agosto de 2025.
- Ele afirmou que há pessoas condenadas em condições subumanas sem individualização do fato e criticou a demora na aprovação da Proposta de Emenda à Constituição da Anistia.
- A votação para definir o afastamento dele por 90 dias seguia a recomendação do relator Ricardo Maia; houve pedido de vista feito pelo deputado Cabo Gilberto.
O deputado Marcos Pollon, do PL de Mato Grosso do Sul, defendeu-se nesta terça-feira, 19 de maio de 2026, na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara. A sessão tratou de uma representação por ofensa ao presidente da Casa, Hugo Motta, proferida por Pollon em 3 de agosto de 2025.
Durante a defesa, Pollon afirmou que a Câmara vive uma sequência de absurdos desde o início do mandato, citando a prisão de envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Ele também disse que há pessoas condenadas em condições subumanas sem individualização do fato, e que isso causa danos maiores do que qualquer fala sua.
O parlamentare ainda criticou a suposta omissão de seus pares em relação à PEC da Anistia, dizendo que a decisão sobre o tema permanece pendente e que isso acarreta consequências graves para os condenados.
A discussão na comissão tratou da possibilidade de afastamento de Pollon por 90 dias, conforme recomendação do relator, deputado Ricardo Maia. Houve pedido de vista feito pelo deputado Cabo Gilberto, em reunião anterior, o que adiou a conclusão do tema.
A representação está vinculada ao ataque verbal de Pollon contra Motta em solenidade passada, e a sessão atual manteve o foco em apurar conduta parlamentar. Não houve divulgação de novas provas durante o debate.
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