- O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que Rodrigo Pacheco não será candidato ao governo de Minas Gerais.
- O PT reabre o diálogo no estado e busca um novo nome para construir palanque para Lula, após a desistência de Pacheco.
- Pacheco havia deixado o PSD para se filiar ao PSB, mas avisou às lideranças petistas que não disputará as eleições de outubro.
- Aliados de Pacheco dizem que ele busca indicação ao Tribunal de Contas da União, já que não conseguiu novela almejada de ministro do Supremo Tribunal Federal.
- O nome mais competitivo à esquerda em Minas, segundo pesquisas, é Alexandre Kalil (PDT), que foi apoiado por Lula em 2022.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta terça-feira, 19, que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) não disputará o governo de Minas. A declaração encerra a dúvida sobre o palanque petista no segundo maior colégio eleitoral do país.
Edinho disse ainda que o PT reabre o diálogo com lideranças de Minas e busca um nome para a disputa. Ele destacou a intenção de construir um palanque sólido para o presidente Lula no estado.
Pacheco já havia mudado de partido, deixando o PSD e filiando-se ao PSB, o que animou aliados de Lula e elevou as expectativas pela candidatura mineira. O senador, porém, informou aos petistas que não quer concorrer em outubro.
Novos cenários para Minas
Sem a possibilidade de Aderir a uma vaga no STF, Pacheco busca outras possibilidades de carreira, apontam aliados, como uma eventual indicação ao TCU.
Entre os nomes considerados viáveis para enfrentar o PSB em Minas, o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, filiado ao PDT, aparece como a candidatura mais competitiva em pesquisas, segundo informações anteriores. Kalil foi apoiado pelo PT em 2022, mas perdeu no primeiro turno.
Entre na conversa da comunidade