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PSOL-Rede vê avanço de aliados no apoio a Marina ao Senado

Federação PSOL-Rede avança na busca por apoio de aliados de esquerda para Marina Silva ao Senado por São Paulo; PDT apoia e PSB avalia equilíbrio na chapa

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, durante entrevista à Folha em um escritório em Brasília
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  • A federação PSOL-Rede fez a primeira rodada de consultas a outras legendas de esquerda para apoiar Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, ao Senado por São Paulo.
  • Marina enfrenta o ex-ministro Márcio França (PSB) como principal concorrente pela vaga, com Simone Tebet (PSB) indicada para o outro posto na chapa.
  • O PDT já anunciou apoio à candidatura de Marina.
  • Conversas com PCdoB e PV não foram conclusivas, mas há simpatia pelo nome entre aliados da ex-ministra.
  • O PT permanece neutro; a próxima negociação importante deve ocorrer com o PSB para definir a composição da chapa, visando equilíbrio entre os candidatos.

A federação formada por PSOL e Rede encerrou a primeira rodada de consultas com siglas de esquerda para buscar consenso em torno do nome de Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, para disputar o Senado por São Paulo. A visita inicial ocorreu sob a coordenação de Juliano Medeiros, presidente nacional das legendas.

Marina enfrenta a concorrência de Márcio França, ex-ministro do PSB, que também é cotado para o mesmo senado. O espaço na chapa para o segundo nome deve ficar com Simone Tebet, atualmente ligada ao PSB.

Além de PSOL e Rede, Marina também conta com o apoio formal do PDT. Dialogam com ela PCdoB e PV, mas as conversas ainda não terminaram em alianças firmes. O PT permanece neutro até o momento.

Situação atual

A definição depende principalmente do PSB, com que haverá uma conversa decisiva nos próximos dias. A coalizão mira um equilíbrio na chapa entre os nomes de esquerda, evitando deslocamentos internos que privilegiem apenas uma sigla.

Defensores da candidatura ressaltam que a dobradinha com dois candidatos do PSB não refletiria esse equilíbrio desejado. A expectativa é ampliar o apoio entre as legendas da esquerda para fortalecer a candidatura em São Paulo.

Próximos passos

As negociações continuam com o objetivo de consolidar apoios, especialmente no PSB, PDT e PCdoB. Caso haja acordo, a aliança deverá ser anunciada formalmente, definindo o segundo nome da chapa de Marina Silva.

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