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Trump critica Massie após derrota no primário republicano do Kentucky

Vitória de Ed Gallrein, apoiado por Trump, sobre Thomas Massie na primária de Kentucky, mostra força do presidente sobre o partido

Thomas Massie at an event in Lexington earlier this month.
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  • Ed Gallrein, ex‑Navy Seal e agricultor, derrotou o incumbente Thomas Massie na primary do quarto distrito congresso de Kentucky, com apoio de Donald Trump.
  • A vitória é vista como teste da lealdade ao presidente dentro do Partido Republicano, com Gallrein prometendo ficar ao lado da agenda de Trump.
  • Massie defendia posições libertárias e chegou a divergir de Trump em questões como intervenção militar, gastos públicos e divulgação de arquivos.
  • A campanha em Kentucky ficou marcada como a mais cara da história de uma primary na Câmara, com cerca de 25,6 milhões de dólares investidos em publicidade.
  • Trump também influenciou outras votações do dia, incluindo o apoio a Ken Paxton na disputa pelo Senado contra John Cornyn; Cassidy perdeu a primary na Louisiana.

Donald Trump ampliou sua influência no Partido Republicano ao vencer uma dissidência representada pelo congressista Thomas Massie, na primária do quarto distrito da Casa em Kentucky. Ed Gallrein, ex-fuzo Navy SEAL e fazendeiro, apoiado pelo então presidente, derrotou Massie em uma votação dominada por gastos de campanha e pela mobilização de apoiadores de Trump.

Gallrein foi recrutado por aliados de Trump e disputou a preferência do eleitorado com forte ênfase na lealdade ao presidente. Massie, veterano de sete mandatos, manteve posições libertárias em temas como intervenção militar e gastos públicos, mantendo choque com a linha de Trump em várias pautas. O resultado é visto como um indicativo de que o apoio a Trump ainda pesa no controle interno do partido.

A votação ocorreu na terça-feira, quando outras frentes partidárias também definiram candidaturas em Pennsylvania, Geórgia, Alabama, Oregon e Idaho, compondo a maior noite de primárias do ano. Na mesma jornada, o presidente endossou Ken Paxton, enfrentando críticas internas em relação a sua atuação, ao disputar vaga para o Senado.

Massie tornou-se símbolo de independência dentro do núcleo conservador de Kentucky, mas foi alvo de críticas entre aliados de Trump por resistir a ações do governo. Em contrapartida, Gallrein se apresentou como fiel ao alinhamento com a agenda presidencial, visando consolidar apoio no eleitorado conservador do estado.

A disputa em Kentucky ficou marcada como a mais cara já registrada em uma eleição primária da Câmara, com dados de AdImpact apontando alto investimento em propaganda de televisão, rádio e digital. A campanha de Gallrein, apoiada pelo super PAC Maga Kentucky, manteve ataques a Massie por supostamente atrapalhar a agenda de Trump.

Massie argumentou defender princípios que teriam inspirado a agenda de Trump, como contenção de guerras, déficit público e transparência. Contudo, as narrativas favoráveis a Gallrein buscaram apresentar o congressista como distanciado da base que o apoiou por anos, em favor de uma linha de lealdade ao presidente.

Com o resultado, Gallrein aguarda a disputa geral e entra como favorito em um distrito historicamente favorável aos republicanos, sem registro de vitória de um democrata nas duas décadas anteriores. No Senado estadual, o apoiador de Trump Andy Barr venceu facilmente a primária para substituir Mitch McConnell, que se aposenta.

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