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Ato falho de Fachin é tema de análise e repercussão

Fachin erra ao cumprimentar o plenário como “senhoras ministras”, sinalizando a busca por mais mulheres nas cadeiras da Corte

O lapso de Fachin destoa da realidade histórica de uma Corte majoritariamente composta por homens
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  • Durante a abertura da sessão do STF, o presidente da corte, ministro Edson Fachin, cumprimentou o plenário com “senhoras ministras”.
  • A fala chamou atenção por reforçar a ausência histórica de mulheres na corte.
  • A ministra Cármen Lúcia retrucou, com leveza,: “Um dia será”.
  • Fachin concordou, repetindo a frase da colega.
  • O episódio é visto como um recado sobre ampliar a presença de mulheres em cargos de destaque na Justiça brasileira.

Na abertura da sessão do STF nesta quarta-feira, o presidente Edson Fachin iniciou o discurso cumprimentando o plenário com um cumprimento dirigido às ministras. O momento gerou a primeira leitura de um tema sensível da Corte.

A ministra Cármen Lúcia respondeu rapidamente, sugerindo que um dia a composição da Suprema Corte estará mais equitativa quanto à presença feminina. Fachin acompanhou a intervenção com concordância.

O episódio evidencia a realidade histórica da Corte, ainda majoritariamente composta por homens. A intervenção funcionou como um recado público sobre a expectativa de maior representatividade feminina nas cadeiras de maior relevância.

A ocasião ocorreu no STF, sob o formato de sessão plenária, com ênfase na necessidade de avanços sutis na trajetória institucional da Justiça brasileira. A discussão foi interpretada como sinal de mudança desejada pelo tribunal.

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