- O pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que pretende classificar organizações criminosas brasileiras como terroristas.
- as declarações foram feitas durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília, em discurso de pouco mais de quarenta minutos.
- Caiado também criticou a atuação do governo no combate ao crime organizado e apontou medidas como o programa Desenrola e o fim da taxa das Blusinhas como pouco eficazes.
- o ex-governador sinalizou um aceno aos Estados Unidos, defendendo a classificação de terroristas para uso das Forças Armadas contra grupos como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital.
- segundo Caiado, essa classificação seria um dos seus primeiros atos caso vença a eleição; a ideia tem ganhado repercussão internacional, com o governo norte-americano também demonstrando interesse.
O pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD) criticou o presidente Lula durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília, nesta quarta-feira (20/5). Ele disse que, ao contrário do governo federal, pretende classificar organizações criminosas brasileiras como terroristas. A declaração ocorreu no evento que reúne gestores locais.
Durante o discurso, Caiado também questionou a atuação do governo no combate ao crime organizado e citou medidas anunciadas por Lula, como o programa Desenrola e a discussão sobre a taxa de itens populares, como as Blusinhas. O objetivo é apresentar propostas duras contra a criminalidade.
O ex-governador de Goiás manteve o tom duro ao falar sobre segurança pública e afirmou que, se eleito, vai usar ferramentas legais para enfrentar organizações como o Comando Vermelho e o PCC. A proposta gerou repercussão ao comparar a gestão atual com as intenções defendidas pelo governo dos EUA.
Impacto e contextos
A ideia de classificar grupos criminosos como terroristas é tema que já ganhou atenção internacional, com menções de possíveis adesões por autoridades dos EUA. Membros do Itamaraty têm visto a medida como sensível, temendo impactos diplomáticos e possíveis precedentes de atuação estrangeira no Brasil.
Entre na conversa da comunidade