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Caiado defende que decisão sobre horas trabalhadas é do cidadão no debate 6×1

Caiado defende que decisão sobre jornada de trabalho seja do cidadão e que trabalhadores negociem com patrões para fim da escala 6x1

O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado
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  • Ronaldo Caiado (PSD) disse que a decisão sobre a jornada de trabalho, no âmbito da discussão do fim da escala 6×1, deve ser do cidadão, durante sabatina na Marcha dos Prefeitos.
  • Ele afirmou que o trabalhador deve combinar a jornada diária e semanal com os patrões, buscando menos rigidez.
  • Caiado ressaltou que essa é uma opção pessoal e não pode ser imposta ao governo federal.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não imporá o fim da escala “na marra” e citou a possibilidade de substituição por robôs para respeitar os trabalhadores.
  • A proposta da 6×1 visa dois dias de descanso remunerado por semana e redução da jornada de 44 para 40 horas sem corte de salário; o relator da PEC, Léo Prates, adiou a apresentação do relatório, com previsão de ser apresentado na próxima segunda-feira, 25.

Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência pelo PSD, afirmou nesta quarta-feira (20) que a decisão sobre a jornada de trabalho, no debate sobre o fim da escala 6×1, deve ficar com o cidadão. A declaração ocorreu durante sabatina de presidenciáveis na Marcha dos Prefeitos.

Segundo o ex-governador, o trabalhador deve combinar a jornada daily e semanal com os patrões. Ele destacou que a escolha é pessoal e não pode ser imposta pelo governo federal. Em tom prudente, Caiado disse buscar autonomia para quem trabalha.

A pauta da escala 6×1 é defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em reunião com empresários, o presidente afirmou que o modelo não será imposto “na marra”, defendendo respeito à diversidade de categorias e evoluções tecnológicas.

Paralelo: o que está em discussão

A proposta de encerrar a escala 6×1 prevê descanso remunerado de dois dias por semana e redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem cortes salariais. A PEC tramita na Câmara dos Deputados.

O relator da PEC, deputado Léo Prates, adiou a apresentação do relatório prevista para esta quarta-feira (20). A equipe mantém a ideia de redução para 40 horas, sem prejuízo salarial, mas discute o período de transição.

Segundo Prates, a PEC deve ser apresentada na próxima segunda-feira (25). Em coletiva, ele mencionou a necessidade de definir detalhes sobre a transição sem comprometer a redução de jornada.

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