- Documentos divulgados por exigência federal mostram que Trump executou mais de 3.700 ordens de compra e venda de ações no primeiro trimestre, ritmo dez vezes maior que nos quatro trimestres anteriores.
- As transações somaram entre US$ 220 milhões e US$ 750 milhões no período, segundo estimativas da Reuters.
- O portfólio de Trump inclui Microsoft, Oracle, Meta, Goldman Sachs, Bank of America, Nvidia, Apple e Amazon, além de ações de diversas empresas do setor de defesa.
- A família alega que os investimentos são geridos por institutions financeiras terceirizadas, em um fundo fiduciário controlado pelos filhos, sem participação direta do Presidente nas decisões.
- A declaração enviada ao Office of Government Ethics traz mais de 100 páginas e aponta que o documento detalha uma média de quase 60 negociações por dia útil; uma nova declaração financeira deverá sair em breve.
Donald Trump, considerado por muitos como um executivo ativo na gestão de seu patrimônio, teve registros de operações em ações tornados públicos por exigência federal. No primeiro trimestre, foram mais de 3.700 ordens de compra e venda realizadas.
As negociações somaram entre US$ 220 milhões e US$ 750 milhões, segundo estimativas da Reuters. Diferente de muitos presidentes, Trump manteve participação direta em ações de empresas cujos resultados podem depender de decisões do governo.
O portfólio inclui Microsoft, Oracle, Meta, Goldman Sachs e Bank of America, além de Nvidia, afetada por decisões divulgadas pelo presidente. Também constam Apple e Amazon entre os investimentos relevantes.
Estrutura e controle
A carteira contém várias empresas do setor de defesa, fornecedoras de operações militares, como Lockheed Martin, General Dynamics e Northrop Grumman. Especialistas mencionam conflito de interesses potencial diante de funções públicas.
Responsáveis pela gestão estão sob a abordagem de terceiros, com o patrimônio do presidente administrado por filhos, Donald Jr. e Eric. As transações são declaradas ao Office of Government Ethics, em um relatório de mais de 100 páginas.
Reações e contexto
A gestão profissional das operações é defendida pela família, que afirma não haver participação direta na seleção de investimentos. A defesa envolve blind trusts administrados por instituições independentes.
Fontes próximas citam que a divulgação é parte de normas éticas federais, mas não detalha a totalidade da atividade financeira. Valores exatos e formas de aquisição não são especificados no relatório público.
Observações sobre o histórico
O segundo aspecto destacado é a possibilidade de haver um fundo cego, conforme análise de veículos de imprensa, embora não haja confirmação de sua existência. O documento público não revela o grau de conhecimento do presidente sobre as posições.
Para o conjunto de informações, o documento financeiro mais abrangente deverá sair em breve, incluindo ativos fora do mercado de ações. A avaliação completa pode ampliar o retrato sobre o patrimônio presidencial.
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