- O presidente francês Emmanuel Macron vê Moulin sendo sabatinado pelos deputados nesta quarta-feira para chefiar o Banco da França.
- A nomeação substituiria François Villeroy de Galhau e tende a durar anos após o fim do mandato de Macron, em 2027.
- A proposta provocou revolta entre direita, esquerda e socialistas, que contestam a indicação.
- Os opositores dizem que Moulin é um colaborador de longa data de Macron e criticam o uso de influência política no comando da política monetária.
- O resultado da sabatina pode comprometer a nomeação, se houver oposição suficiente entre os parlamentares.
Emmanuel Moulin, escolhido por Emmanuel Macron para liderar o Bank of France, será sabatinado nesta quarta-feira por parlamentares. A sessão pode derrubar o plano do presidente de manter um aliado próximo no comando da política monetária.
A controvérsia envolve representantes de partidos de espectro político diferente, incluindo direita extremada, esquerda extremada e o Partido Socialista. Eles contestam a nomeação de um colaborador de Macron para um cargo de longa duração.
A nomeação de Moulin busca substituir Francois Villeroy de Galhau, atual governador. O mandato pode se estender além de 2027, quando a Presidência de Macron termina, o que aumenta a importância do processo de aprovação.
Segundo críticos, a escolha depende de garantias sobre autonomia institucional do banco central. A defesa de Moulin ressalta experiência do indicado em temas macroeconômicos e políticas públicas.
Ao longo da sabatina, parlamentares devem discutir prioridades de política monetária, estabilidade financeira e governança institucional. A resposta oficial do governo é aguardada para esclarecer próximos passos.
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