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Impasse na transição adia leitura de parecer sobre fim da escala 6×1

Comissão adia leitura do parecer sobre fim da escala 6x1 para segunda, devido a impasse sobre o prazo de transição

A leitura do relatório, feito pelo deputado Leo Prates (Republicanos-BA), ficou para a próxima segunda-feira (25/5) - (crédito: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados)
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  • A leitura do parecer do relator, deputado Leo Prates, foi adiada pela comissão especial que discute o fim da escala 6×1, passando para a próxima segunda-feira (25).
  • O adiamento ocorreu após reunião na residência oficial da Câmara, com participação de Alencar Santana, Hugo Motta, Paulo Pimenta e Reginaldo Lopes.
  • O principal entrave é o tempo de transição para as novas regras, com ainda sem consenso sobre o prazo de adaptação.
  • Parte dos parlamentares defende período de dois a cinco anos, enquanto a base governista busca adoção imediata ou transição reduzida.
  • Mesmo com as divergências, permanecem os princípios centrais: dois dias de descanso por semana, jornada de quarenta horas, sem redução salarial e fortalecimento das convenções coletivas.

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o fim da escala 6×1 adiou a leitura do parecer do relator, Leo Prates. A decisão ocorreu nesta terça-feira (19), após reunião na residência oficial do presidente da Câmara, Hugo Motta, em Brasília. O objetivo era alinhavar os pontos centrais da proposta e definir o prazo de transição.

Segundo o presidente da comissão, Alencar Santana, ainda não houve consenso sobre o tempo de adaptação às novas regras. A leitura do relatório foi remarcada para segunda-feira (25). Participaram da reunião o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta, e Reginaldo Lopes, autor de emendas.

A transição é o principal entrave no debate. Não há acordo sobre se o prazo ficará entre dois e cinco anos ou se haverá adoção imediata. O impasse mantém as diretrizes defendidas, como dois dias de descanso semanal, jornada de 40 horas e preservação da remuneração.

Mesmo com as divergências, os parlamentares mantêm como princípios centrais a ampliação das negociações pelas convenções coletivas e a possibilidade de ajustes conforme o tempo de adaptação. A expectativa é avançar na próxima sessão com o relatório pronto para leitura.

Transição como ponto-chave

O tema da duração da transição divide aliados e oposicionistas, influenciando o ritmo da aprovação. A comissão busca um caminho que concilie prazo e garantia de continuidade salarial, segundo apuração da Agência Estado.

Próximos passos

A leitura do parecer ocorrerá na próxima segunda-feira (25), conforme anunciou Santana. O desfecho depende de acordos entre governo, oposição e centrais para consolidar o texto antes da votação final. O objetivo é manter a linha de aumento de regras de descansos e jornada.

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