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Lula afirma que homens devem pedir desculpas pela violência contra as mulheres

Lula marca cerimônia de cem dias do pacto contra o feminicídio e reforça que homens devem agir para reduzir a violência contra a mulher

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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta quarta-feira (20), de um evento que celebra cem dias do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio.
  • Em discurso, Lula pediu que os homens façam mea culpa pela violência contra as mulheres, dizendo que a briga não é das mulheres, e sim dos homens.
  • O pacto, denominado Todos por Todas, articula ações entre União, estados, municípios e Distrito Federal para combater o feminicídio e ampliar políticas de acolhimento, proteção e justiça.
  • O objetivo é fortalecer atitudes preventivas, ampliar o atendimento às vítimas e melhorar a resposta do sistema de justiça.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quarta-feira de um evento que celebra os cem dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. O ato reuniu representantes da União, estados, municípios e do Distrito Federal para marcar o intervalo de implementação do pacto.

Durante o discurso, Lula enfatizou a necessidade de os homens assumirem a responsabilidade no enfrentamento da violência contra a mulher, apontando que a mudança de comportamento masculino é central para reduzir casos de violência. O líder afirmou que a briga é coletiva e não exclusiva das mulheres, destacando o papel dos homens na prevenção.

O pacto Todos por Todas visa articular ações entre os entes federativos para prevenir o feminicídio, ampliar políticas de acolhimento, proteção e justiça, e fortalecer mecanismos de segurança para mulheres em situação de risco.

Pacto Todos por Todas

O acordo prevê integração entre governo federal, estados e municípios para ampliar políticas públicas de proteção às mulheres e ampliar o acesso a serviços de atendimento, proteção e Justiça. A iniciativa também busca ampliar redes de acolhimento e suporte.

Participantes e autoridades presentes devem reforçar práticas de prevenção, monitoramento de casos e atuação coordenada entre diferentes esferas de governo para reduzir a violência de gênero. O texto da ação está em fase de implementação nos primeiros meses de vigência.

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