- O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou estar contra a reforma da Previdência sancionada em 2019.
- A declaração foi feita nesta quarta-feira (20) durante entrevista no programa Bom Dia, da Empresa Brasil de Comunicação.
- Queiroz disse que quem defende as alterações costuma estar em situação de privilégio na sociedade.
- Ele afirmou que a reforma vai tirar dinheiro do salário do trabalhador para remunerar as mudanças, aumentando o tempo de contribuição ou as alíquotas, ou os dois.
- O ministro pediu que não haja novas mudanças e que seja reduzida a necessidade de reformas futuras.
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou nesta quarta-feira, 20, que é contrário à reforma da Previdência sancionada em 2019. A declaração foi dada durante entrevista no programa Bom Dia, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Queiroz criticou o desenho da reforma, sugerindo que quem defende as mudanças costuma ter privilégios. Segundo ele, a discussão sobre o tema revela desigualdade ao privilegiar determinados grupos na sociedade.
Na avaliação do ministro, as alterações impostas pela reforma podem impactar diretamente o trabalhador, aumentando o tempo de contribuição, reduzindo o valor do benefício ou elevando a alíquota. Ele afirmou que a medida tende a exigir pagamentos adicionais por parte da população.
O ministro ressaltou ainda que sua posição não implica blindagem, mas aponta para uma necessidade de reduzir a dependência de reformas futuras. A fala ocorreu no contexto de um debate sobre o tema, sem outros anúncios oficiais.
Entre na conversa da comunidade