- O Programa Território Seguro, Amazônia Soberana, reforçará ações de combate ao crime organizado na Amazônia Legal e na faixa de fronteira, com foco em tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes correlatos.
- O foco é principalmente áreas indígenas e comunidades tradicionais, visando desarticulação de estruturas criminosas, fortalecimento da segurança pública e prevenção da violência.
- Entre os objetivos estão também a redução do aliciamento de jovens pelo crime e ações de inclusão social, reinserção econômica e atividades produtivas sustentáveis.
- A iniciativa prevê uso de tecnologias para monitoramento e análise, além de criação de força-tarefa com a Interpol.
- A coordenação na região ficará a cargo do Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal, com comitê gestor para articular a execução.
Amazônia Soberana: Ministério da Justiça lança programa para enfrentar o crime organizado na fronteira. O Ministério publicou a Portaria nº 1.220, em 18 de maio de 2026, detalhando ações no âmbito do Programa Território Seguro, Amazônia Soberana. O objetivo é aumentar a segurança em áreas da Amazônia Legal, especialmente onde há comunidades indígenas e tradicionais.
A medida prevê atuação integrada contra tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes correlatos. Também busca reduzir o aliciamento de jovens pelo crime, com foco em prevenção e inclusão social. A iniciativa contempla reinserção econômica e apoio a atividades produtivas sustentáveis.
A coordenação ficará a cargo do Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal. Um comitê gestor, com representantes de áreas do Ministério e das forças de segurança, articulará a execução. A proposta envolve uso de tecnologias de monitoramento e cooperação com a Interpol.
Detalhes operacionais e coordenação
O programa enfatiza a desarticulação de redes criminosas e o fortalecimento da segurança pública integrada. Serão ações de prevenção, patrulhamentos e cooperação entre órgãos federais, estaduais e municipais.
As ações respeitarão as características socioculturais das comunidades da região. A finalidade é ampliar a proteção de pessoas e reduzir impactos da violência na Amazônia Legal.
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