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Alcolumbre impede CPMI do Master; PF descarta delação de Vorcaro

Alcolumbre bloqueia CPMI do Banco Master após PF descartar delação de Vorcaro, mantendo apuração sob trâmites normais e risco político

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  • O senador Davi Alcolumbre, do União Brasil, bloqueou a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master na Câmara.
  • A decisão ocorreu após a Polícia Federal rejeitar a delação premiada do ex-diretor Vorcaro, por não haver elementos suficientes para o acordo.
  • Fontes próximas a Alcolumbre dizem que ele prefere que a investigação siga pelos trâmites normais, sem abrir uma CPMI que possa ter leitura política.
  • A Polícia Federal confirmou a rejeição da delação de Vorcaro, o que dificulta expandir as investigações sobre possíveis fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção no caso.
  • Sem CPMI, as apurações devem seguir de forma independente, com expectativa de novas informações, em meio a um cenário político tenso.

O senador Davi Alcolumbre (União-AP) impediu a instalação da CPMI do Banco Master na Câmara dos Deputados após a Polícia Federal (PF) descartar a delação premiada do ex-diretor Vorcaro. A decisão sinaliza continuidade das investigações sem a criação da comissão mista.

A PF informou que Vorcaro não apresentou elementos suficientes para apresentar uma delação premiada. Com isso, Alcolumbre decidiu pelo bloqueio da CPMI, argumentando que a apuração deve seguir trâmites normais e não por meio de uma investigação de caráter político.

Acelerando o desfecho do capítulo, autoridades não vêem indícios imediatos que justifiquem a CPMI neste momento. A instituição de uma comissão poderia ampliar o foco político do caso, segundo relatos de assessores próximos ao senador.

Contexto e próximos passos

O caso envolve suspeitas de fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e corrupção ligados ao Banco Master, com possíveis ligações a figuras políticas e empresários. A PF continua as diligências para apurar irregularidades.

A instalação da CPMI vinha sendo discutida na Câmara há semanas, mas ficou prejudicada pela decisão de Alcolumbre. A tendência é que as investigações sigam de forma independente, sem a formalização de uma CPMI.

A PF permanece em atuação para esclarecer as informações recebidas e ampliar o quadro de investigações, caso surjam novos elementos. O desdobramento político permanece estável até o momento, sem definição sobre novas delações.

Fonte: reportagem da Redação do O TEMPO News.

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