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Congresso analisa veto ao setor elétrico em junho, diz Davi

Senado pretende nova sessão em junho para analisar veto ao aproveitamento de empregados de estatais do setor elétrico privatizadas, entre 86 vetos pendentes

Mesa: presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP); secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Danilo Augusto Barboza de Aguiar.
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  • Davi Alcolumbre afirmou que vai convocar nova sessão do Congresso em junho para analisar vetos pendentes, incluindo o VET 50/2025.
  • A deputada Heloisa Helena pediu a derrubada do veto e citou trabalhadores do setor elétrico atingidos pela privatização.
  • A sessão deve ocorrer entre os dias 8 e 15 de junho, após articulação entre líderes partidários e governo.
  • A convocação aconteceu durante a análise de vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026; no momento, há 86 vetos pendentes.
  • O Veto 50/2025 atingiu integralmente o Projeto de Lei 1.791/2019, que autorizava aproveitamento de trabalhadores de estatais privatizadas, com alegação de inconstitucionalidade e impacto financeiro.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pretende convocar nova sessão conjunta do Congresso em junho para analisar vetos presidenciais pendentes, incluindo o VET 50/2025, que trata do aproveitamento de empregados de estatais do setor elétrico federal privatizadas.

A reivindicação partiu de Heloisa Helena, deputada, que pediu a análise do veto. Ela argumentou que trabalhadores do setor elétrico foram impactados pela privatização e pediu derrubada da medida.

Alcolumbre informou que o tema tem sido discutido nos últimos meses e indicou a realização de uma sessão entre 8 e 15 de junho, com articulação entre líderes partidários e governo, para buscar entendimento.

A análise ocorre em meio à sessão do Congresso sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, na qual já constam 86 vetos pendentes de deliberação.

O veto 50/2025 atinge integralmente o PL 1.791/2019, do deputado Assis Carvalho, que autorizava o aproveitamento de empregados de empresas públicas do setor elétrico privatizadas por meio do Programa Nacional de Desestatização.

O Executivo justificou o veto, alegando inconstitucionalidade e impacto negativo ao interesse público, citando despesas sem estimativa, metas fiscais e possibilidade de realocação de carreiras incompatíveis com a contratação original.

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