- O senador Flávio Bolsonaro (PL) planeja viajar aos Estados Unidos para possível encontro com o presidente Donald Trump; a agenda não foi solicitada pela campanha.
- Segundo aliados, se houve acerto, ele teria sido definido diretamente com o senador, sem intervenção da assessoria de campanha.
- A movimentação ocorre em meio a uma estratégia de contraponto a Lula, cuja agenda nos EUA ajudou a melhorar a imagem do governo; aliados do petista afirmam que o vento soprou a favor do Planalto.
- Flávio comunicou a viagem em inglês e, ao ser questionado sobre o encontro, afirmou: “I didn’t ask anything”.
- A imprensa notou troca na comunicação da campanha: Marcello Lopes deixou o cargo e Eduardo Fisher passou a responder pela área.
O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) pretende viajar aos Estados Unidos com a expectativa de encontrar o presidente americano, Donald Trump. A campanha afirma que a agenda não foi solicitada por eles, e que qualquer encontro seria definido diretamente com o senador.
Flávio Bolsonaro tem dito aos aliados que a possibilidade de reunião depende de convite feito a ele, não de pautas oficiais da campanha. A previsão de viagem surge em meio a ciclos de avaliação sobre a situação política brasileira.
A iniciativa ocorre numa conjuntura em que aliados de Lula destacam uma recuperação de imagem do governo, associada a encontros com líderes internacionais. A política de comunicação passou por mudanças recentes na equipe.
Encontro e idioma
O episódio também ganhou relevo pela escolha de Flávio de abordar a viagem em inglês. Questionado por jornalistas sobre o possível encontro, o senador afirmou que não pediu nada, na versão em inglês similar a *I didn’t ask anything*.
A troca de comando na comunicação da campanha também foi mencionada como fator relacionado ao anúncio. Marcello Lopes, conhecido como Marcelão, deixou o cargo e Eduardo Fisher assumiu a função.
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