- Flávio Bolsonaro afirmou que encontro com Donald Trump só acontecerá a convite do governo dos EUA e negou ter pedido agenda.
- Em entrevista no Congresso, a equipe dele sinalizou que a reunião pode ocorrer na próxima semana, mas a Casa Branca ainda não confirmou.
- Questionado sobre a autoria do pedido, Flávio respondeu em inglês: “No, I didn’t ask anything. Nobody asked” e comentou que Lula não entenderia.
- Eduardo Bolsonaro, apontado como elo com a ala republicana, mora nos Estados Unidos desde o ano passado.
- No Partido Liberal, a cúpula nega qualquer intenção de retirar Flávio da disputa, enquanto a oposição classifica como especulação.
Na imprensa, Flávio Bolsonaro afirmou que um possível encontro com Donald Trump depende de convite oficial do governo dos EUA, negando ter pedido a agenda para ele ou para o irmão Eduardo. A informação é de sua equipe durante entrevista no Congresso.
Segundo a equipe do pré-candidato, a reunião com o republicano pode ocorrer na próxima semana, ainda sem confirmação da Casa Branca. Flávio ressaltou que o detalhamento depende de Washington, afirmando que é preciso perguntar à Casa Branca.
No contexto político, o senador mantém a pré-candidatura ao Planalto e afirma agir com cautela, adotando a expressão de um dia de cada vez. Eduardo Bolsonaro, que vive nos EUA desde o ano passado, é apontado como elo com a ala republicana.
Nos bastidores, circularam transcrições de conversas entre Flávio e Daniel Vorcaro sobre recursos para o filme Dark Horse, dedicado ao pai, Jair Bolsonaro. A cúpula do Partido Liberal disse que não há intenção de retirar o lançamento da candidatura.
No PL, a direção nega pressões para substituição e minimiza rumores sobre mudanças na chapa. O responsável pela oposição na Câmara classificou as especulações como simples hipótese sem confirmação.
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