- A deputada Júlia Zanatta classificou a PEC que prevê fim da escala 6 x 1 como “populismo barato” em publicação nas redes, em 21 de maio de 2026.
- Zanatta assinou, junto com 175 outros deputados, uma emenda à PEC que propõe uma transição de dez anos para reduzir a jornada para quarenta horas semanais.
- A parlamentar questionou impactos para pequenos empresários, sugerindo preocupação com a eliminação de empregos nesses negócios.
- A emenda, de autoria do deputado Sérgio Turra, conta com apoio de siglas de direita, centro-direita e centro, abrangendo cerca de 34% da Câmara.
- O texto permite, mediante acordo com sindicatos, que empresas estendam a jornada para até cinquenta e duas horas semanais.
Júlia Zanatta, deputada federal pelo PL de Santa Catarina, criticou a PEC que prevê a extinção da escala 6 X 1 e a redução da jornada para 40 horas semanais. Ela classificou a iniciativa como populismo barato em publicação nas redes sociais, nesta quinta-feira, 21 de maio de 2026.
A legisladora destacou preocupação com impactos sobre pequenos empreendedores, questionando a manutenção de empregos caso a mudança seja aprovada. Segundo Zanatta, grandes empresas costumam se adaptar, mas pequenos negócios podem enfrentar dificuldades.
A emenda em questão foi assinada por 176 deputados na quinta-feira anterior, 14 de maio de 2026, integrada à PEC que propõe uma transição de até 10 anos para a redução da jornada. A medida permite, ainda, 52 horas semanais mediante acordo com sindicatos.
A autoria da emenda é do deputado Sérgio Turra, do PP do Rio Grande do Sul, com apoio de blocos de direita, centro-direita e centro. Os signatários incluem partidos como Cidadania, MDB, Novo, PDT, PL, Podemos, PP, PSD, PSDB, Republicanos, Solidariedade e União Brasil.
A proposta estabelece que as empresas podem estender o teto da jornada para até 52 horas semanais, se houver acordo com os sindicatos. O objetivo formal é facilitar a transição para a nova carga horária ao longo de anos, conforme o texto da emenda.
A reação entre parlamentares varia conforme o grupo político, e a discussão sobre impactos na empregabilidade permanece como tema central. Detalhes adicionais sobre o apoio e a tramitação estão disponíveis em materiais de acompanhamento do Poder360.
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