- Renan Santos, pré-candidato à Presidência e coordenador do MBL, participou de sabatina na Marcha dos Prefeitos, em Brasília, na manhã desta quinta-feira (20).
- Ele defendeu maior autonomia dos municípios e afirmou que prefeitos são “escravos de deputados” por dependerem de emendas parlamentares.
- Disse que o deputado que serve o prefeito, não o contrário, para incentivar municípios a desenvolverem metas sem depender de emendas.
- Criticou o uso de emendas como rito de financiamento, chamando o sistema de “ciclo de pobreza” e destacando prefeitos dependentes de recursos de parlamentares.
- Propôs entregar poder aos prefeitos que entregarem metas e sugeriu premiar gestores que aumentem a atividade econômica local.
Na sabatina da manhã desta quinta-feira, 20, Renan Santos, pré-candidato à Presidência pelo MBL, defendeu maior autonomia dos municípios durante a Marcha dos Prefeitos em Brasília. Ele afirmou que o Estado faz populismo diante da necessidade de recursos.
Segundo Santos, o encontro reuniu prefeitos, gestores e vereadores, com foco em ampliar a autonomia municipal e reduzir a dependência de emendas parlamentares. O político criticou o atual modelo de atuação politicamente dependente.
O pré-candidato afirmou que o sistema de emendas cria um ciclo de pobreza local, ao beneficiar apenas quem consegue angariar votos. Segundo ele, muitos municípios ficam presos a esse mecanismo e perdem oportunidades de desenvolvimento.
Autonomia municipal e críticas ao modelo de emendas
Em discurso, Santos disse que prefeitos acabam como executores de emendas de deputados federais. A proposta é entregar metas aos gestores para estimular o crescimento econômico local e premiar gestões com resultados.
A ideia é colocar o prefeito no centro da política brasileira, segundo o líder do MBL, e frear o reflexo de acordos de bastidores que, na visão dele, fortalecem partidos e parlamentares em detrimento dos resultados municipais.
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