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Rogério Correia afirma ser alvo de assédio jurídico por bolsonaristas

Rogério Correia afirma ser vítima de assédio jurídico movido por bolsonaristas e membros de PL e Novo, com pedidos de cassação após agressão em CPMI do INSS

Em seu perfil na rede social X, Correia disse que Flávio, Jair e Eduardo Bolsonaro movem ações contra ele
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  • O deputado Rogério Correia (PT-MG) afirma ser vítima de assédio jurídico por ações movidas pela família Bolsonaro e por membros do Partido Liberal (PL) e do Partido Novo (Novo).
  • Segundo Correia, as ações são uma “tentativa de intimidação” para calá-lo e ele não pretende recuar.
  • Ele disse que Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Jair Bolsonaro (PL) e Eduardo Bolsonaro (PL) promovem processos após ele descrever indícios de corrupção desses políticos; disse também que Jair processa por divulgar uma foto do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
  • Correia afirmou ainda que o Novo quer a cassação de seu mandato, associando a medida ao episódio em que ele teria agredido o deputado Luiz Lima (Novo-RJ) na CPMI do INSS.
  • O congressista argumenta que há perseguição judicial, confia na vitória nos processos e afirma que não se deixará abalar pelo bolsonarismo.

Rogério Correia, deputado federal pelo PT de Minas Gerais, informou nesta quarta-feira 20 de maio de 2026 que é alvo de um conjunto de ações judiciais movidas por membros da família Bolsonaro, do PL e do Novo. O parlamentar classificou os casos como assédio jurídico e afirmou que não irá recuar diante das denúncias.

Em postagens no X, o congressista afirmou que Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro movem ações contra ele após ele ter apontado indícios de corrupção envolvendo essas figuras. Correia citou também que o Novo do governador Romeu Zema e o PL, do empresário Valdemar Costa Neto, também são parte das ações, ligando-as a denúncias anteriores que apresentou.

Correia acusou ainda o Novo de buscar cassar seu mandato em retaliação a um episódio envolvendo uma agressão contra o deputado Luiz Lima, do Novo, durante a CPMI do INSS. Segundo o parlamentar, a agressão ocorreu porque ele convocou Zema para explicar as ligações com o PL; processos no Conselho de Ética teriam sido instaurados por sócios.

Ações legais e resposta

O deputado afirmou que confiava na vitória de todos os processos, porém classificou o volume como perseguição jurídica. Ele reiterou que continuará atuando no Congresso Nacional, defendendo que não se intimide diante de pressões políticas.

Correia detalhou considerar desproporcionais as ações legais em relação aos fatos que divulgou, reforçando que sua atuação busca esclarecer supostas irregularidades. O tema envolve mudanças de alianças, acusações de corrupção e estratégias de defesa de mandatos no Congresso.

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