- Líderes do Senado republicano devem abandonar proposta de US$ 1 bilhão para medidas de segurança ligadas ao ballroom da Casa Branca, após reação negativa dentro do próprio partido.
- A ideia foi associar o financiamento ao projeto de modernização do East Wing, dentro de uma proposta de aproximadamente US$ 70 bilhões paraICE e a patrulha de fronteira.
- Democratas do Senado anunciaram oposição ao recurso e vão exigir votações para forçar os republicanos a se posicionarem publicamente.
- O senador John Thune reconheceu problemas de apoio ao projeto maior, com a intenção de aprovar o texto ainda nesta semana antes do recesso de Memorial Day.
- O presidente e membros do governo destacaram campanha de doadores para a obra, que recebeu críticas públicas e segue em litígio federal.
O Senado Republicano pode abandonar um plano de financiamento de US$ 1 bilhão para medidas de segurança ligadas ao salão de baile da Casa Branca, após reação negativa de membros do próprio partido. A ideia era associar o dinheiro a um pacote de cerca de US$ 70 bilhões para restaurar o financiamento da ICE e da Patrulha de Fronteira.
A pressão veio de Trump, que incentivou a inclusão do tema no projeto aprovado pelo Senado, mas gerou apreensão entre líderes republicanos sobre o desvio de recursos públicos para o que ficou conhecido como o “East Wing modernization project”. A oposição interna buscava evitar custos adicionais em meio a preocupações com o custo de vida.
Senadores democratas avaliaram a proposta com oposição clara e pretendem forçar votações subsequentes para exigir posição pública dos republicanos. O líder da maioria, John Thune, reconheceu dificuldades com o andamento do projeto maior, que pode ainda sofrer alterações antes de ser enviado à Câmara.
Schumer afirmou que o objetivo é evitar a inclusão do financiamento do salão no projeto de lei, destacando que o tema deve ser tratado separadamente. O episódio ocorre em meio a votações próximas do Memorial Day e a antes de o Congresso entrar em recesso de uma semana.
O salão, cuja obra envolve a East Wing, já gerou controvérsia e está em litígio federal. A administração afirmou que o projeto conta com doações de empresas privadas para complementar o financiamento. O tema permanece sob escrutínio público enquanto as negociações seguem.
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