- O deputado Fausto Jr., vice-líder do União Brasil, acionou a Polícia Legislativa da Câmara (Depol) na noite de quarta-feira, 20 de maio, após receber ameaças virtuais.
- O remetente não foi identificado e citou dados pessoais da esposa, referências ao nazismo e enviou pornografia infantil.
- Em nota, Fausto Jr. informou que tomou medidas legais para identificar o autor, que também ameaçou a esposa e os filhos do parlamentar.
- As mensagens o chamavam de “verme sionista” e o acusavam de ter “traído o povo por uns trocados dos judeus”, além de conterem imagens de pornografia infantil com a legenda “sieg heil Hitler”.
- Segundo o boletim de ocorrência, o Depol não conseguiu rastrear o número; a operadora deverá ser acionada para dar continuidade às investigações.
O deputado federal Fausto Jr. (União Brasil-AM) acionou a Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados na noite de quarta-feira (20/5) após receber ameaças. A mensagem pode incluir dados pessoais da esposa, referências de conteúdo nazista e material de pornografia infantil, conforme apurado pela Depol.
Segundo Fausto Jr., as medidas legais já foram tomadas para identificar o autor, que também teria ameaçado familiares do parlamentar, que atua como vice-líder do União Brasil. A comunicação trazia ataques pessoais e insinuava vínculos com grupos extremistas.
A apuração aponta que o remetente não foi identificado até o momento. A tentativa de rastrear o número falhou, exigindo atuação da operadora de telefonia para dar prosseguimento ao caso.
Na descrição do boletim de ocorrência, obtido pelo Metrópoles, Fausto Jr. afirma que as mensagens prejudicam o desempenho no mandato e podem estar relacionadas à atuação política dele. A investigação segue sob responsabilidade da Depol da Câmara.
Investigação e status da apuração
Fontes ligadas às investigações indicam que, até o momento, não houve identificação do número de origem. A operadora de telefonia deverá colaborar para o encaminhamento de novas diligências e identificação do responsável.
O caso envolve ainda a análise de conteúdo sensível enviado pela vítima, com dados pessoais e referências extremistas. A polícia continua trabalhando para reunir provas e localizar o autor das mensagens.
Não houve confirmação de envolvimento de terceiros na prática de crimes, e as informações oficiais seguem em apuração. O espaço procedimental permanece em sigilo até a entrega de novos dados.
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